Apesar da relevância para as investigações em andamento, até agora a Polícia Civil não requisitou a realização de exame de DNA para uma possível identificação do corpo esquartejado encontrado nas imediações do “lixão” de Campo Grande, no dia 20 passado, segundo reportagem na edição de hoje do jornal Correio do Estado.
Não está descartada a possibilidade de se tratar de Rafael Leonardo dos Santos, um dos suspeitos da execução do ex-delegado Paulo Magalhães, ocorrida em junho último, na Capital.
Oficialmente, Rafael está foragido desde que tomou conhecimento da decretação de sua prisão temporária alguns dias antes de seu desaparecimento. Estão presos, como suspeitos da morte do ex-delegado, o guarda municipal e segurança particular José Moreira Freires e o também segurança Antônio Benites Cristaldo, que negam participação no crime.
Com a suposta fuga de Rafael e localização de um corpo sem a cabeça, braços e pernas, cortados com motosserra, a polícia colocou sob investigação a hipótese de ele ter sido morto, como “queima de arquivo”, pelo próprio esquema que teria mandado executar Paulo Magalhães. A reportagem é de Michelle Rossi e Thiago Gomes.