Para muitas pessoas a segunda-feira é um dia difícil de começar. Depois de aproveitar o fim de semana em casa, o que todo mundo menos quer é pensar em trânsito, ônibus lotado e empurra-empurra. A realidade, porém, é justamente essa, principalmente para aqueles que dependem do transporte público para se locomover. A viagem, que de carro ou de moto poderia levar até 20 minutos, passa de uma hora quando feita de ônibus. A reportagem está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.
O Correio do Estado foi em busca dessas pessoas que, faça chuva ou sol, precisam chegar ao seus destinos com ajuda dos ônibus, muitas vezes precários, de Campo Grande.
Às 6h, em uma passada rápida pelos principais pontos coletivos do centro da Capital já é possível perceber a movimentação de pessoas prontas para assumirem seus cargos em empresas, casas de família, lojas e tantos outros empregos.
Os estudantes também são muitos, em alguns pontos chegam a ser maioria, já que contam com o benefício do passe-livre. E o que é unânime: faltam condições, ônibus e horários mais acessíveis. A reportagem é de Beatriz Longhini.