A Rússia retirou as acusações de pirataria contra 30 pessoas envolvidas em um protesto do Greenpeace contra a exploração de petróleo no Ártico, as substituindo por acusações mais leves, informou hoje a agência de notícias Itar-tass, citando investigadores federais.
O porta-voz do Comitê Investigativo, Vladimir Markin, disse que as acusações contra os ativistas que fizeram o protesto em uma plataforma de petróleo há pouco mais de um mês foram substituídas de pirataria, que tem pena máxima de 15 anos de prisão, para vandalismo, que tem pena menor, segundo a Itar-Tass.
Segundo a BBC, a pena máxima para o vandalismo é de 7 anos.
A brasileira Ana Paula Maciel está entre os 30 ativistas detidos na Rússia por participação no protesto