Três pessoas já foram presas durante a operação do Gabinete de Gestão Integrada de Fronteira (GGI-Fron), que fechou a faixa de fronteira do Brasil com a Bolívia, em Mato Grosso do Sul. Conforme o responsável pelo trabalho, coronel Godoy Rojas, o balanço é parcial.
Também foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão na região do Pantanal com a finalidade de encontrar arma de fogo. Já na área urbana das cidades de Corumbá e Ladário foram cumpridos quatro mandados, também de busca e apreensão.
Já os presos são acusados dos crimes de roubos e furtos.
Operação
Ao contrário das edições da Operação Ágata, realizadas pelas Forças Armadas em períodos mais longos, entre 10 a 15 dias, as ações do GGI-Fron, um escritório da polícia na fronteira, criado recentemente, são pontuais e curtos.
O fechamento da faixa de fronteira com o país vizinho será usado pela polícia para identificação de traficantes de cocaína, inclusive do tráfico formiguinha (de pequenos volumes), mas a polícia não descarta a apreensão de maconha, entorpecente que usualmente tem porta de entrada pelo Paraguai.
A fronteira ficará fechada por terra, água e ar, com a união das Polícias Militar, Civil, Rodoviária Federal, Departamento de Operações de Fronteira e ainda Forças Armadas que participam da ação com a Marinha e Exército. “O patrulhamento aéreo deve ser feito com helicópteros da própria Sejusp, e também da Polícia Rodoviária Federal (PRF)”, explicou o secretário de Justiça e de Segurança Pública, Wantuir Jacini.