Cidades

R$ 380 mil

Deputado pede detalhes de gastos de CPI da Saúde

Deputado pede detalhes de gastos de CPI da Saúde

Redação

04/12/2013 - 10h50
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O deputado estadual Marquinhos Trad (PMDB) apresentou, na sessão desta quarta-feira (04), requerimento à mesa diretora da Assembleia Legislativa de MS para que sejam prestadas informações de maneira “específica e detalhada” sobre os gastos no valor aproximado de R$ 380 mil feitos pela Comissao Parlamentar de Inquérito - CPI da Saúde.

De acordo com a solicitação do parlamentar, são pedidas relação dos nomes completos das pessoas que foram contratadas para prestar serviços para a CPI, diferenciando servidor comissionado da casa dos funcionários contratados temporariamente - com apresentação dos respectivos contratos, relação das cidades visitadas pela CPI, detalhamento das diárias pagas referentes a hospedagem, alimentação e transporte dos funcionários e integrantes da comissão, com notas fiscais.

É pedido também que seja detalhado o nome do consultor contratado que veio do estado de São Paulo para atuar na CPI, com informação da data da sua chegada em Campo Grande e local onde foi hospedado. Também foi solicitado informações detalhadas de todos os gastos com setor gráfico, com nome de empresas onde foram realizados os serviços, com apresentação de notas fiscais e justificativa das escolhas de determinadas empresas.

Em sua justificativa, o parlamentar diz que tais medidas são necessárias para que a casa de leis “prima pela obediência à transparência, a moralidade e publicidade dos gastos do erário público”.

A CPI é formada pelos deputados Amarildo Cruz (PT) como presidente, Junior Mochi (PMDB) como relator, Lauro Davi (Pros), Onevan de Matos (PSDB) e Eduardo Rocha (PMDB).

Marquinhos Trad disse estranhar o fato de que nenhum integrante, além do presidente, tenha tido gastos com as investigações. “Quem precisa de assessor técnico é o relator e não o presidente da CPI”, declarou. Somente com advogado e médicos para assessoria do presidente Amarildo Cruz (PT) foram gastos R$ 70 mil.

A CPI do Reverendo Moon, em comparação, gastou R$ 20 mil em 90 dias para apurar as atividades ilegais do líder religioso sul-coreano em Mato Grosso do Sul. 

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