Fundamental para auxiliar no esclarecimento de crimes hediondos e de violência contra pessoa, bem como casos de estupros e assassinatos, o banco de dados de DNA, instalado desde 2010, em Mato Grosso do Sul, não funciona segundo reportagem na edição de hoje (07) do jornal Correio do Estado. A coleta de perfil genético para identificação criminal está prevista na Lei nº 12.654/2012, sancionada em maio do ano passado, e entrou em vigor seis
meses depois.
O objetivo é que o banco de DNA contribua na elucidação de delitos nos quais forem encontrados vestígios com materiais biológicos dos criminosos. A lei prevê que os dados relacionados à coleta do perfil genético sejam armazenados em banco de dados gerenciado por unidade oficial de perícia criminal, para posteriores confrontações. A reportagem é de Laura Holsback.