O nome da chimpanzé da foto é Wounda. E seu nome não podia ser outro já que, na língua tradicional do Congo, significa “perto de morrer".
Ela foi encontrada desnutrida, quase em pelos e com a saúde debilitada pela equipe do Instituto Jane Goodall, que resgata animais selvagens na República do Congo.
Quando, finalmente, ela foi liberada para voltar a seu habitat natural, já com saúde e muita disposição, Wounda agradeceu por tudo com um abraço emocionante em Jane Goodall.
Wounda foi encontrada, levada ao instituto e teve todo o cuidado e dedicação dos ativistas para fazê-la voltar a ser saudável.
Sofrendo com uma série de doenças e com perda de peso acelerada, cuidadores precisaram correr contra o tempo para salvar a vida de Wounda.
Todas as manhãs, ela tomava um litro de leite e, com isso, conseguiu um bom progresso.
Mas, durante todo o tratamento, os cuidadores saibam que chegaria o dia em que ela teria que voltar para a floresta, longe a interferência humana.
Assim que seu estado de saúde melhorou, ela foi colocada em uma caixa e levada para sua nova casa: um “santuário” de chimpanzés próximo a uma olha, chamada Tchindzoulou.
Rebeca Atencia, chefe do Instituto Jane Goodall, não descuidou de Wounda nem por um minuto.
Há 20 anos o instituto realiza este tipo de serviço. Jane Goodall fundou o santuário para prestar cuidados e dar esperança para os chimpanzés vítimas da caça do comércio ilegal.
Na ilha, há uma variedade de árvores que oferecem aos chimpanzés grande quantidade de folhas frescas e frutas maduras.
Para chegar até a fruta, os chimpanzés muitas vezes têm que subir a grandes alturas, o que é um treino perfeito para seus músculos e cérebro.
Chegando na ilha, os cuidadores libertam Wounda, que ainda permanece ao redor deles. É neste momento em que ela abraça a ativista. Segundo o jornal britânico Daily Mail, o abraço foi longo, e ela não emitiu nenhum som.
Devagar e com cuidado, ela vai para longe dos ativistas e começa a reconhecer o ambiente.