Os cerca de 1,2 mil enfermeiros que trabalham na Santa Casa de Campo Grande podem cruzar os braços a partir de quinta-feira (26). O problema é um desacordo com a direção do hospital sobre o índice de reajuste e as condições de trabalho oferecidas na instituição, a maior de saúde de Mato Grosso do Sul.
Os funcionários pleiteiam um aumento salarial de 16,43%, enquanto a Associação beneficente de Campo Grande (ABCG), mantenedora da Santa Casa, oferece 5,82%, o acumulado dos últimos 12 meses do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
As reuniões para decidir o aumento tiveram início ainda em abril. Em 16 de maio, a direção da Santa Casa ofereceu os 5,82% de reajuste, índice que foi rejeitado em assembleia da classe. Um novo encontro ocorreu já neste mês, no dia 18, também sem acordo.