Com a autorização para criar duas novas secretarias, a Prefeitura de Campo Grande se encaminha para ter a administração pública mais “inchada” da história municipal, conforme reportagem na edição de hoje (16) do jornal Correio do Estado. O número atual de pastas, 12, já é o maior, e deve ser expandido para 14. O Executivo já adiantou que não vai tirar as novas secretarias do papel neste ano, afirmando não ter caixa para bancar o aumento no efetivo. Só com folha de pagamento, as secretarias podem custar R$ 1,7 milhão por ano.
Em publicação na edição de segunda-feira (14) do Diário Oficial de Campo Grande, o prefeito Gilmar, do PP, autorizou a criação das secretarias municipais de Promoção da Igualdade Racial e de Ação Comunitária.
“Não vamos fazer nada sem verba, é apenas um decreto autorizativo, não temos caixa”, informou Olarte, em evento na manhã de ontem na sede da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação (Seintrha). “Não há hoje estrutura financeira”, emendou. Ele ainda afirmou que pode ocorrer neste ano a transformação de fundações em secretarias. A reportagem é de Vinícius Squinelo.