De 2011 para cá quem investiu na compra de casas ou terrenos, em Campo Grande, conquistou lucros de até 150%, ou expandiu em duas vezes e meio o valor aplicado no bem, informou Ronaldo Ghedine Ribeiro, presidente da Câmara de Valores Imobiliários de Mato Grosso do Sul, o CVI, segundo reportagem na edição deste domingo (20) do jornal Correio do Estado.
A pedido do Correio do Estado, o dirigente calculou a porcentagem da valorização anual de imóveis situados no centro e nos quatro bairros mais extensos e populosos da cidade.
A soma apurada por Ghedine Ribeiro revelou que os negócios envolvendo imóveis nos últimos quatro anos e meio na cidade aplicou um “olé”, uma severa goleada, feito a da Alemanha no Brasil (7x1), em investimentos tidos como de linhas conservadoras, entre as quais Certificado de Depósito Bancário, o CDB, Poupança, Letra de Crédito Imobiliário, LCI ou Letra de Crédito do Agronegócio, LCA e outros fundos de aplicação de prazos curtos. A reportagem é de Celso Bejarano.