A crise da falta de leitos nos hospitais da rede pública de saúde de Campo Grande e a superlotação do setor de ortopedia da Santa Casa deixaram a saúde da Capital à beira do colapso nos últimos cinco dias e levaram o secretário municipal Jamal Mohamed Salem a atacar o problema na origem e pedir o agendamento de uma reunião, em caráter de urgência, com os órgãos responsáveis pelo trânsito da Capital: Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), ligada ao município, e Polícia Militar e Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MS), ambos vinculados à adminstração estadual.
Jamal Salem, titular da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), quer a cooperação de seus pares para amenizar a superlotação dos leitos, até porque a área da qual é responsável é o gargalo da grande quantidade de vítimas do trânsito. Enquanto vê os hospitais superlotarem, o secretário está na linha de frente do Ministério Público Estadual: nesta semana, ele terá de dar explicações à promotora Filomena Aparecida Depólito Fluminhan sobre a falta de vagas nos hospitais.
A reportagem, de Eduardo Miranda, está na edição de hoje (18) do jornal Correio do Estado.