Mais do que conscientizar a população a cuidar do quintal e eliminar qualquer recipiente que possa servir de criadouro para o mosquito Aedes aegypti, a prefeitura tem como desafio fiscalizar 920 imóveis que estão fechados, e muito deles abandonados, em Campo Grande.
Além de abrigar focos de transmissores da dengue e da febre chikungunya, os locais também se transformam em reduto de moradores de rua e usuários de drogas. Muitos dos imóveis fechados, que são alvo de invasão, chegam a ser interditados pela Defesa Civil, mas a maioria desrespeita a ordem e em poucas horas volta a ser ocupado.
O coordenador da Defesa Civil de Campo Grande, Hélio Daer, explica que pelo menos um imóvel fechado é interditado por mês na Capital. Todos eles possuem problemas estruturais, principalmente causados por incêndios praticados pelos invasores.
A reportagem, de Aliny Mary Dias, está na edição de hoje (5) do jornal Correio do Estado.