O plano de coleta seletiva do lixo de Campo Grande não evoluiu nos últimos dois anos, ao contrário do contrato com o Consórcio CG Solurb, responsável pela execução do projeto, e que viu neste ano mais que dobrar - de R$ 4,3 milhões para R$ 9 milhões - o valor repassado pela prefeitura da Capital, para cuidar de todo o serviço de limpeza de Campo Grande.
Há dois anos, no fim de 2012, quando a CG Solurb passou a operar na Capital sul-mato-grossense, havia 12 bairros em que a coleta seletiva do lixo era uma realidade. De lá para cá, nada mudou na prática, a não ser o contrato do grupo com o município, que foi totalmente repactuado, com novos prazos para cumprir o que não foi cumprido e com mais dinheiro: o repasse ao longo dos 25 anos de concessão passou de R$ 1,3 bilhão para R$ 2,7 bilhões.
Os bairros que recebem a coleta seletiva do lixo continuam sendo o São Lourenço, Carandá Bosque, Jardim Autonomista, Santa Fé, Jardim Veraneio, Chácara Cachoeira, Bela Vista, Tiradentes, Jardim TV Morena, Vilas Boas e Vila Carlota. A expectativa na época que a Solurb assumiu a coleta de lixo era de que, a cada seis meses, a área fosse ampliada.
A reportagem, de Eduardo Miranda, está na edição de hoje (24) do jornal Correio do Estado.