Os dois principais investimentos, oficialmente registrados e ativos em nome do bem-sucedido João Alberto Krampe Amorim dos Santos, 61, um dos empreiteiros que mais faturou licitações envolvendo obras públicas em Mato Grosso do Sul, da administração do então prefeito de Campo Grande André Puccinelli (1997-2003) para cá, levam o nome da secretária dele, Elza Cristina Araújo dos Santos, como sócia.
Amorim foi dono ainda de outras oito empresas, indo de pousada no pantanal até rouparia no shopping Campo Grande, mas nenhuma delas prosperou.
Sobrinho do ex-governador de MS, Harry Amorim Costa, nascido em Santa Rosa (RS), João Amorim, como é mais conhecido no segmento político e da construção civil, ergueu um império usando nomes de parentes como sócios em empresas, algumas delas chamadas de investimentos podres, isto é, empreendimentos que faliram, foram extintos ou, simplesmente, tiveram suas inscrições canceladas por falta movimentações na Junta Comercial de MS, a Jucems.
A reportagem de Celso Bejarano está na edição desta terça-feira (23) do jornal Correio do Estado.