Semana que vem a regional de Mato Grosso do Sul da Controladoria Geral da União (CGU) ingressa com recursos administrativos que pedem a devolução dos R$ 11 milhões supostamente arrecadados ilegalmente pela organização criminosa envolvendo empreiteiras investigadas na operação Lama Asfáltica, deflagrada pela Polícia Federal.
Uma das construtoras encrencadas no caso é a Proteco Construções Ltda., do empresário João Amorim, que seria o pivô da quadrilha que fraudava licitações e superfaturava obras do Estado e prefeituras, principalmente a de Campo Grande.
O chefe da regional da CGU de MS, José Paulo Julieti Barbieri disse que o primeiro passo para recuperar o dinheiro supostamente desviado, é comunicar os órgãos federais, entre os quais o Ministério das Cidades, que liberaram recursos ao Estado ou à prefeitura de Campo Grande para custear obras que teriam sido faturadas de maneira ilegal.
*A reportagem, de Celso Bejarano, está na edição de hoje do Jornal Correio do Estado.