Cidades

Obra do pac

Proteco cobrou R$ 4,9 milhões a mais por avenida

Em seis meses, custo da Lúdio Coelho subiu de R$ 11,777 milhões para R$ 16,735 milhões

Redação

19/07/2015 - 00h00

Para construir um trecho de 4,7 quilômetros da Avenida Lúdio Coelho, a Proteco Construções, empresa do empreiteiro João Amorim, precisou de uma segunda licitação e cobrou R$ 4.957.742,31 mais caro que a proposta vencedora da primeira concorrência para pavimentar a via, feita pela Moviterra Construções e Comércio. A fraude no processo de escolha da empresa para implantar a avenida é uma das supostas ilegalidades que motivaram a operação Lama Asfáltica da Polícia Federal, desencadeada no dia 9 deste mês e que apura, entre outros crimes, corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Em dezembro de 2008, a empreiteira Moviterra venceu a concorrência aberta pela Agência Estadual de Empreendimentos (Agesul) ao propor realizar a obra por R$ 11.777.827,36, valor menor que os R$ 12.018.960,23, verba federal que estava disponível para construção da nova via, que interligaria a Avenida Duque de Caxias e a Rua Antônio Bandeira. Ela foi contratada em janeiro do ano seguinte e, em maio de 2009, desistiu da obra. 

Uma nova licitação foi aberta menos de um mês depois da desistência da Moviterra e, a mesma empreiteira voltou ao empreendimento, desta vez, associada à Proteco Construções, por meio do Consórcio Lagoa. Juntas, elas cobraram um preço bem maior: R$ 16.735.569,35. E, antes mesmo do fim de 2009, a Moviterra desistiu da obra e deixou a Proteco sozinha para tocá-la. 

*A reportagem, de Eduardo Miranda, está na edição de hoje do Jornal Correio do Estado.

AFOGAMENTO

Bombeiros localizam corpo de adolescente de 15 anos no Rio Paraguai

Erick José da Silva Moraes de Arruda havia desaparecido na tarde de sexta-feira (6)

07/11/2026 12h00

Bombeiros realizaram buscas na sexta-feira e na manhã deste sábado

Bombeiros realizaram buscas na sexta-feira e na manhã deste sábado Reprodução / Diário Corumbaense

Continue Lendo...

Cidades

TJMS obriga prefeitura pagar transporte aéreo de bebê para tratamento pós-cirúrgico

Município teria negado custeio de transporte de avião, mesmo com recomendação médica em razão do tempo de vida da bebê, de 11 meses, e risco de complicações após cirurgia

07/11/2026 11h30

MPE garante transporte aéreo para bebê de 11 meses

MPE garante transporte aéreo para bebê de 11 meses Banco de Imagem

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).