Economistas dizem que criação de uma nova Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) não é suficiente para cobrir o rombo da Previdência Social e resolver o problema estrutural do setor.
O déficit da Previdência Social deve alcançar os R$ 200 bilhões em 2016, conforme estimativas da coordenadora técnica do Boletim Macroeconômico do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Silvia Matos.