José Maria Marin não aceita acordo de delação premiada para colaborar com a investigação coordenada pelo FBI, segundo informações veiculadas na imprensa.
Prestes a ser extraditado para a América do Norte, o ex-presidente da CBF negocia fiança milionária para trocar o regime fechado por prisão domiciliar. Preso desde maio, Marin se recusa a comentar fatos sobre sua gestão à frente da CBF.