O ano letivo de 2015 em Campo Grande deverá ter 20 dias a menos do que prevê a Lei Nacional de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Tudo indica que ao invés de 200, os professores da rede municipal cumprirão apenas 180 dias de aulas. Isso para que não haja comprometimento das férias e para que os dias em sala não avancem até janeiro de 2016. O Sindicato Campo-grandense de Professores (ACP) apoia a medida que está sendo negociada entre a Secretaria Municipal de Educação (Semed), Conselho Municipal de Educação e Ministério da Educação (MEC).
O professor Geraldo Gonçalves, presidente da ACP disse que a categoria pediu à secretária municipal de educação, Leila Cardoso Machado para que o ano letivo de 2015 tivesse 20 dias a menos que o exigido em lei. “Tivemos um acerto com a secretária para reduzir o ano letivo para 180 dias e agora ela está negociando isso com a equipe técnica dela”, afirmou.
Para Geraldo, não há prejuízo para os alunos com a redução dos dias de aula no ano. “Não prejudica em nada porque das 96 escolas, somente 16 ficaram maior parte dos 54 dias com os professores em greve. Nessa é que a situação é mais complicada. As que tiveram menos tempo de greve enfrentam menos problemas”, afirmou.
(*) A reportagem, de Lúcia Morel, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.