A operação Carnaval, da Polícia Militar Ambiental, retirou dois quilômetros de redes usadas para a pesca. O balanço parcial foi divulgado no final da tarde desta terça-feira (9).
Alguns pescadores foram localizados pelos policiais e terminaram presos, mas a maioria das 28 redes estavam armadas sem ninguém por perto.
"Especialmente quando a pesca está proibida, algumas pessoas armam esses petrechos proibidos e voltam pela madrugada somente para conferir, o que torna difícil a prisão desses infratores. Esses materiais possuem alta capacidade de dizimar cardumes, por isso a importância da manutenção dos policiais nos rios para efetuar a retirada", informou nota oficial da PMA.
Uma das últimas apreensões aconteceu por volta das 16h00 desta terça-feira em Mundo Novo, cidade que fica a 462 quilômetros de Campo Grande. Por lá cortam os rios Iguatemi e Paraná e foram encontrados 150 metros de redes. Na segunda-feira (8), outros 450 metros foram identificados na mesma região.
Outros rios também foram fiscalizados no Estado. Em torno de 40 quilos de peixes vivos foram soltos. Os animais aquáticos estavam presos às redes e a anzóis.
MAIS RIOS
O balanço parcial identificou outras áreas com grande atuação de pescadores, mesmo com o período para a prática estar fechado.
No rio Paraguai, as equipes apreenderam e retiraram 430 metros de redes. Em Bataguassu, a 335 quilômetros de Campo Grande, nos rios Paraná, Anhanduí e Pardo, as equipes retiraram e apreenderam com pescadores 470 metros de redes durante a operação.
No rio Miranda, equipes de Jardim e Bonito apreenderam 100 metros de redes. Equipes de Aparecida do Taboado também apreenderam e retiraram dos rios Paraná e Grandinho 410 metros de redes.