No ano da eleição municipal, vários partidos iniciam a corrida por nomes competitivos que possam ser sugeridos à população como candidatos a prefeitos e vereadores.
Apesar de parecer muito longe para debater o assunto - o pleito acontece daqui a oito meses, em outubro - é um momento decisivo para quem quer se lançar na disputa e usam da mídia para medir sua popularidade, método chamado de ‘balão de ensaio’.
Projetos, e não propostas definitivas, começam a circular nos veículos de comunicação e são utilizados pelos partidos para avaliarem o quão favorável o sujeito é para a legenda.
Caso não haja aproveitamento, os nomes são retirados, revisados, e é apresentado posteriormente uma nova opção. Se bem aceito, a sigla acaba criando uma estratégia para fortalecer seu nome. Se não, a desistência do candidato é automática.
É isso que pessoas como o vereador Alex do PT, que ainda está cumprindo seu mandato, estão fazendo. Ele está entre os pré-candidatos da legenda para prefeitura de Campo Grande. Ao lado dele estão o presidente regional do PT, Antônio Carlos Biffi e o deputado estadual Pedro Kemp.
Os três são as únicas opções que restaram para levar o nome do partido, que está no centro do escândalo da corrupção nos últimos meses.
*A reportagem completa está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.