O Ministério Público Estadual (MPE) instaurou o segundo inquérito contra a DighitoBrasil, empresa que mantém contratos milionários com o governo do Estado para executar serviços de informática. Desta vez, a denúncia é a de que funcionários da empresa estariam desempenhando funções de agentes tributários nos postos de fiscalizações da Secretaria de Fazenda (Sefaz).
No caso, o Estado teria terceirizado o serviço de arrecadação, parceria ilegal por regra, se comprada.
A primeira investigação, recai sobre o contrato firmado com a Agência de Habitação de Mato Grosso do Sul (Agehab), por suposto superfaturamento na prestação de serviço.
O inquérito recente, publicado ontem no Diário Oficial do MPE, apura indícios de que empregados como digitadores pela empresa Dighito estariam, até o ano de 2014, trabalhando como se fossem agentes fazendários em postos fiscais como o de Jupiá (Três Lagoas), XV de Novembro (Bataguassu), Itamarati (Aparecido do Taboado).
* A reportagem completa, de Celso Bejarano, está na edição de hoje do Correio do Estado