Nem o desenrolar da Operação Lava Jato intimidou o ex-senador Gim Argello (PTB-DF), que cobrou propina durante as investigações e usou conta de igreja para o recebimento. Argello foi preso preventivamente nesta terça-feira (12), na 28ª fase da Lava-Jato.
Ele teria recebido R$ 5 milhões da UTC, em forma de doação oficial a partidos da coligação “União e Força” (DEM, PR, PMN e PRTB), e ordenado o depósito de outros R$ 350 mil pela OAS na conta da paróquia São Pedro, em Taguatinga (DF). Em troca, teria evitado teria evitado que empreiteiros das duas empresas fossem convocados para depor na CPI.