Mais oito políticos podem estar sendo submetidos a procedimento investigatório complementar da Operação Coffee Break sobre a “compra e venda” de votos de vereadores para cassação do mandato do prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP). Ele reassumiu o cargo por força de liminar, concedida pelo juízo de primeira instância e confirmada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, no dia 25 de agosto de 2015.
O procurador-geral de Justiça, Paulo Passos, deixou de oferecer denúncia contra a vice-governadora Rose Modesto (PSDB), os vereadores Coringa (PSD), Chiquinho Telles (PSD), Vanderlei Cabeludo (PMDB), da Carla Stephanini (PMDB) e do vereador cassado Delei Pinheiro (PSD), além da suplente de vereador, Juliana Zorzo (PSC) e deputada estadual Grazielle Machado (PSD) por não existirem, no momento, “elementos suficientes para imputar-lhes as condutas delituosas em comento”.
(*) A reportagem, de Adilson Trindade, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.