Desde que começaram as articulações dos partidos para as eleições de outubro, quando serão escolhidos prefeitos e vereadores dos municípios, o PMDB já cogitou lançar como pré-candidato à sucessão de Campo Grande dois senadores, um deputado federal, vereadores, num determinado momento trabalhou com a hipótese de abrir mão de candidatura própria, integrando chapa encabeçada pelo ex-prefeito Nelsinho Trad (PTB) - que já não dá como certo estar no páreo - e hoje trabalha para emplacar um deputado estadual, Márcio Fernandes, desde que consiga selar aliança com o PSB, que nos bastidores dá sinais de que o apoio ao parlamentar não é fato concreto. Mas ordem pode ser inverter com apoiando apoiando o PSB. Hoje o partido está refém de seus aliados.
O cenário volátil não é exclusividade do PMDB e paira entre todas as legendas, a exatos 30 dias do início das convenções partidárias, marcadas para começar no dia 20 de julho, segundo o calendário estabelecido pela Justiça Eleitoral. A começar desta data, até 5 de agosto, as siglas devem estabelecer candidatos e coligações.
(*) A reportagem, de Zana Zaidan, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.