O videomonitoramento do centro de Campo Grande, anunciado como projeto inovador e com capacidade para reduzir 30% o índice de criminalidade na região, completou um ano em operação com vários problemas e sem efetividade. As 22 câmeras que deveriam ajudar a prevenir e coibir ações criminosas - roubos, furtos e vandalismo - estão sem manutenção desde que começaram a funcionar no dia 19 de junho de 2015. Três delas estão desativadas e pelo menos uma opera apontada 24 horas por dia para uma árvore.
Comerciantes, trabalhadores e pessoas que trafegam todos os dias pelo centro da Capital, reclamam da ineficiência do serviço implantando com verba milionária da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça, que investiu de R$ 860 mil na instalação das câmaras e R$ 1,2 milhão para treinamento e viaturas, com contrapartida de R$ 150 mil do município.
(*) A reportagem, de Natália Yahn, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.