O serviço de tapa-buracos em Campo Grande está “seletivo”: além de escolhas das ruas e regiões, também estão sendo escolhidos os buracos a serem tapados. O Correio do Estado verificou que, em diversas ruas, há consertos parciais. Atualmente apenas duas empresas estão fazendo o trabalho. Outras quatro estão renegociando contratos com a prefeitura. Até 2012 pelo menos oito empresa dividiam o serviço. Além disso, os recursos estão menores, com retração de 85% se comparados com os valores de 2013.
Entre os locais em que buracos foram escolhidos, está a Avenida Eduardo Elias Zahran, que passou, nesta semana, por manutenção. A equipe de reportagem notou que alguns buracos foram fechados e outros não, mesmo estando do lado. Situação semelhante também foi verificada em outras regiões de Campo Grande.
(*) A reportagem, de Gildo Tavares, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.