Cidades

KI FRUTAS

Sacolão fecha e 45 funcionários ficam sem salários e direitos trabalhistas na Capital

Ki Frutas fechou e proprietária não fez acerto e não atende ligações

Mercado e sacolão Ki Frutas fechou as portas na última sexta-feira (23) e deixou 45 funcionários sem rescisão contratual e direitos trabalhistas, em Campo Grande. Empregados foram comunicados da demissão sob justificativa de problemas financeiros e não conseguiram mais contato com a proprietária.

De acordo com o gerenciador do setor de hortifruti, de 45 anos, todos os empregados estavam trabalhando normalmente na quinta-feira (22), quando a proprietária teve um desentendimento com uma funcionária por conta de atrasos no pagamento, e anunciou que iria fechar o estabelecimento. Na sexta, o sacolão não abriu.

Segundo o ex-funcionário, a mulher falou para todos comparecerem hoje de manhã em escritório de contabilidade, onde seriam feitos todos os trâmites para a rescisão. No entanto, quando chegaram ao local, o contador informou que não estava sabendo sobre o fechamento e que não poderia fazer nada.

Ainda segundo o gerenciador, o salário estava atrasado há dois meses e funcionários estavam com férias vencidas e sem 13º salário. Com o fechamento do sacolão, eles também não tiveram baixa na carteira, direitos trabalhistas pagos e não conseguem sacar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou dar entrada no seguro-desemprego.

“Era um sacolão tradicional, todo mundo conhece. O preço não era barato, mas eram produtos de qualidade. Nos últimos meses caiu o fluxo de mercadorias e ficou só no hortifruti e foi fechando devagar”, disse.

Funcionários procuraram o Sindicato dos Empregados do Comércio de Campo Grande (SEC) para tentar resolver a situação, já que a proprietária passou a não atender mais as ligações e nem responder mensagens.

Presidente do sindicato, Elvídeo Barbosa disse ao Portal Correio do Estado que, como representante da categoria, o sindicato precisa da formalização da demissão para fazer os tramites legais. Como não houve a formalidade, a questão precisa ser judicializada.

Por conta do recesso do Judiciário, sindicato aguarda o retorno, no dia 23 de janeiro, para entrar com ações individuais pedindo antecipação de tutela para que os funcionários possam receber pelo menos o FGTS e o seguro-desemprego.

“A gente, como representante da categoria, fica em uma situação difícil. Como o local está fechado, só podemos recorrer ao Judiciário, que está em recesso”, disse.

Em outubro, 25 funcionários do mercado já haviam sido mandados embora e também não receberam salários ou direitos trabalhistas. Conforme o sindicato, ações foram impetradas, porém, ainda não houve decisão. Com o fechamento do mercado, mais 20 foram demitidos.

Portal Correio do Estado tentou contato com a proprietária do Ki Frutas, mas as ligações não foram atendidas até a publicação desta reportagem. 

Cidades

TJMS obriga prefeitura pagar transporte aéreo de bebê para tratamento pós-cirúrgico

Município teria negado custeio de transporte de avião, mesmo com recomendação médica em razão do tempo de vida da bebê, de 11 meses, e risco de complicações após cirurgia

07/11/2026 11h30

MPE garante transporte aéreo para bebê de 11 meses

MPE garante transporte aéreo para bebê de 11 meses Banco de Imagem

Continue Lendo...

À FRENTE

Presidente do TJMS diz que tribunal será “vanguarda do Judiciário nacional"

O desembargador Dorival Pavan concedeu entrevista ao Correio do Estado depois de ficar à frente do Governo do Estado por seis dias

07/11/2026 10h30

Dorival Renato Pavan, presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS)

Dorival Renato Pavan, presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) Foto: Marcelo Victor/Correio do Estado

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).