Manifestantes realizaram “sessão solene” antes de saírem da entrada do condomínio onde mora o deputado Federal Carlos Marun (PMDB), no Parque Residencial Dahma II, em Campo Grande, que preside a comissão especial da reforma, na Câmara, e que é favorável a aprovação do projeto.
A previsão era de que os trabalhadores acampassem até o próximo domingo, 19, mas foram impedidos de permanecer no local após pedido da administração do residencial, enviado a Justiça, que determinou que os manifestantes deixassem o local em 24 horas.
O grupo é contra a reforma da Previdência e escolheu o endereço do deputado como o primeiro alvo dos protestos que começaram na quarta-feira, 15.
Antes de levantarem o acampamento, literalmente, os manifestantes alegaram que a decisão judicial não indica que a luta acabou. Para amanhã o grupo organiza concentração na frente do prédio da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), com carreata e outros movimentos contra a reforma da Previdência.