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Hospitais de Campo Grande ainda aguardam resposta sobre empréstimo

Unidades também estão sem receber da prefeitura desde agosto

Redação

10/10/2017 - 07h00

Com a suspensão de repasse da Prefeitura de Campo Grande para os hospitais do município, as unidades correm contra o tempo na tentativa de viabilizar a verba com os bancos.

Sem recursos de um lado nem do outro, as unidades trabalham no vermelho, na expectativa de que haja sinal positivo nos próximos dias.

Acordo de agosto deste ano entre a administração municipal e os cinco hospitais de Campo Grande que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) foi de que, em vez de haver o repasse municipal mensal, as instituições façam empréstimo bancário para custear o fim de ano. 

Isso é decorrente da situação financeira do município, que vai paralisar o repasse a fim de garantir verba para o pagamento dos salários dos servidores. Além disso, desde março, o governo do Estado também está em atraso com transferências para a saúde no valor de R$ 22 milhões. 

A promessa da gestão municipal é de que, até 12 de janeiro de 2018, a prefeitura regularize os repasses e os hospitais paguem o empréstimo com esse recurso.

Os cinco hospitais que entraram nesse acordo e os respectivos valores mensais a serem emprestados são: Hospital de Câncer Alfredo Abrão (R$ 364 mil); Maternidade Cândido Mariano (R$ 310,8 mil); Nosso Lar (R$ 88 mil); São Julião (R$ 145 mil); e Santa Casa (R$ 4,4 milhões).

*Leia reportagem, de Yarima Mecchi, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

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