Cidades

transporte

Consórcio afirma que manutenção deve ser feita pela prefeitura

Com vandalismo, reforma realizada ano passado é considerada ineficaz

Redação

01/02/2018 - 06h00

Nada mudou na realidade dos usuários do transporte coletivo de Campo Grande. Mesmo após a contrapartida do Consórcio Guaicurus de reformar os nove terminais de transbordo e implantar 100 novos pontos de ônibus com cobertura, para garantir a isenção de R$ 10 milhões por ano de Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), a população se vê obrigada a conviver com a estrutura precária desses locais.

O consórcio, por sua vez, “dá de ombros”, afirma que sua parte foi feita e que, agora, é a prefeitura que tem de se responsabilizar pela manutenção dos espaços.

O presidente do Consórcio Guaicurus, João Rezende, afirma que a obrigação de manter a reforma realizada no ano passado é da prefeitura. Segundo ele, entre os serviços realizados por meio do acordo, estão a reforma de 23 banheiros e do sistema de calhas dos terminais. “O que o consórcio fez foi recuperar. A questão de manutenção é prerrogativa da prefeitura”.

Com pouco mais de dois meses do fim da reforma nos terminais, encerrada em outubro do ano passado, a população tem de conviver com a falta de manutenção dos banheiros.

A reclamação é unânime. “Toda vez que eu preciso usar eu vomito”, diz a dona de casa Daniela Rocha Ribeiro, 41 anos, que frequenta o Terminal General Osório todos os dias.

Atualmente, o consórcio tem 585 ônibus circulando na cidade. Apenas uma pequena parte possui ar-condicionado.

*Leia reportagem, de Gabriela Couto e Tainá Jara, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

AFOGAMENTO

Bombeiros localizam corpo de adolescente de 15 anos no Rio Paraguai

Erick José da Silva Moraes de Arruda havia desaparecido na tarde de sexta-feira (6)

07/11/2026 12h00

Bombeiros realizaram buscas na sexta-feira e na manhã deste sábado

Bombeiros realizaram buscas na sexta-feira e na manhã deste sábado Reprodução / Diário Corumbaense

Continue Lendo...

Cidades

TJMS obriga prefeitura pagar transporte aéreo de bebê para tratamento pós-cirúrgico

Município teria negado custeio de transporte de avião, mesmo com recomendação médica em razão do tempo de vida da bebê, de 11 meses, e risco de complicações após cirurgia

07/11/2026 11h30

MPE garante transporte aéreo para bebê de 11 meses

MPE garante transporte aéreo para bebê de 11 meses Banco de Imagem

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).