A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de Campo Grande para 2019 aguarda a aprovação do Plano Diretor previsto para esta terça-feira (4). De acordo com o vereador Eduardo Romero (Rede), o projeto depende do Plano Diretor para alterar algumas composições. "Porque cria um fundo específico para arrecadação de recursos", justificou Romero.
O Projeto de Lei que fixa despesas de Campo Grande para o exercício financeiro de 2019 começou a tramitar na Câmara no dia 28 de setembro e tem a estimativa de mais de R$ 4 bilhões para o próximo ano, ou seja, um crescimento de 8,26% em relação a 2018.
Ao todo, foram recebidas 410 emendas, sendo a maioria delas voltadas para a infraestrutura da Capital, e que serão analisadas pelos vereadores e o relator da proposta que tem o prazo de até 12 de novembro para entregar o relatório completo antes da votação final válida até dia 20 de dezembro, última sessão do ano. "Estamos nos debruçando na análise técnica e jurídica", afirmou o vereador Eduardo Romero.
Dentre as emendas apresentadas estão Transporte, Educação, Desporte e Lazer, Saúde, Assistência Social, Cultural, Gestão Ambiental, Segurança, Cidadania, Agricultura, Administração, Comércio e Serviço e Habitação.
*Com informações da assessoria