O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que irá insistir até o último momento para que o Senado vote a medida provisória que altera o Código Florestal e reduz a obrigação de proprietários rurais recuperarem áreas ambientais desmatadas. Os senadores, no entanto, fecharam acordo ontem para não votar a medida. Ela perde a validade na próxima segunda-feira, dia 3 de junho.
"Essa medida provisória não é do nosso governo. Eu sempre defendi o agronegócio e nós vamos buscar uma solução. Eu vou dialogar com o presidente (do Senado) Davi Alcolumbre para ver se ainda encontramos alguma solução. A gente tem até a meia-noite da segunda-feira para tentar fazer o Senado votar a medida", afirmou Onyx.
De acordo com Lorenzoni, ainda que a MP tenha sido editada ainda pelo ex-presidente Michel Temer no fim do ano passado, o governo Bolsonaro "tem identidade" com a proposta. "Queremos que o produtor brasileiro possa produzir, crescer. Nenhum outro país no mundo protege suas matas nativas como o Brasil. A questão do meio ambiente, às vezes, é usada para travar o crescimento do Brasil", disse.
Minutos depois, no entanto, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), confirmou que o Senado não irá votar a medida, ou seja, ela caducará e perderá a sua efetividade. "Não vamos votar a MP, é uma decisão do Parlamento", garantiu.
Onyx Lorenzoni e Alcolumbre participam nesta manhã desta quinta-feira, 30, da convenção nacional do DEM, que deve reconduzir o atual presidente da sigla, ACM Neto, ao cargo.
Cidades
ATÉ 3 DE JUNHO
Lorenzoni diz que insistirá até o fim para que Senado vote MP do Código Florestal
Lorenzoni diz que insistirá até o fim para que Senado vote MP do Código Florestal
AFOGAMENTO
Bombeiros localizam corpo de adolescente de 15 anos no Rio Paraguai
Erick José da Silva Moraes de Arruda havia desaparecido na tarde de sexta-feira (6)
07/11/2026 12h00
Compartilhar
Bombeiros realizaram buscas na sexta-feira e na manhã deste sábado Reprodução / Diário Corumbaense
Cidades
TJMS obriga prefeitura pagar transporte aéreo de bebê para tratamento pós-cirúrgico
Município teria negado custeio de transporte de avião, mesmo com recomendação médica em razão do tempo de vida da bebê, de 11 meses, e risco de complicações após cirurgia
07/11/2026 11h30
Compartilhar
MPE garante transporte aéreo para bebê de 11 meses Banco de Imagem
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
ASSINANTES