O vereador Marcos Tabosa (PDT) disse ao Correio do Estado que o arquivamento da abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o Consórcio Guaicurus, empresa responsável pelo transporte coletivo de Campo Grande, é um absurdo.
“No que é baseado esse arquivamento? É um absurdo! O Consórcio está judiando da população”, disse o parlamentar.
Na manhã desta segunda-feira (09) a Procuradoria-Geral da Câmara Municipal de Campo Grande não aprovou a abertura da CPI. Segundo o documento apresentado pelo procurador-geral, responsável por analisar o pedido de investigação, Gustavo Lazzari, o requerimento não cumpriu os requisitos legais, fatos certo e determinado, e o prazo da duração da CPI.
“Eu vou ter acesso ao parecer, vou encaminhar ao meu jurídico e me posicionar na tribuna da Câmara na sessão desta terça-feira (10). Todos os indícios são legais”, relatou Tabosa.
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O vereador Marcos Tabosa apresentou o requerimento para instaurar a CPI para investigar o Consórcio Guaicurus durante a sessão da última terça-feira (03).
Ao Correio do Estado, o vereador disse quatro fatores que apresentou no requerimento.
“É o contrato, a prestação de serviço, o [Termo de Ajustamento de Gestão] TAG que não foi cumprido com o Tribunal de Contas e a situação financeira do Consórcio, que alega estar falido, com prejuízo de R$ 3 milhões todo mês aproximadamente”, declarou.
O vereador conseguiu 13 assinaturas para a abertura da CPI, sendo eles: Camila Jara (PT), Clodoilson Pires (Podemos), Ronilço Guerreiro (Podemos), Zé da Farmácia (Podemos), Valdir Gomes (PSD), Delei Pinheiro (PSD), Tiago Vargas (PSD), William Maksoud (PTB), Alírio Villasanti (PSL), Professor André Luiz (Rede), Ayrton Araújo (PT) e Papy (Solidariedade).