Cidades

balanço

MS foi um dos epicentros das ondas de calor durante a primavera 2023

As temperaturas máximas e mínimas ficaram acima da média principalmente nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e parte do Nordeste

Valesca Consolaro

27/12/2023 - 11h00

A primavera 2023 foi atípica e marcada por cinco ondas de calor que atingiram todo o País, com MS sendo um dos epicentros das maiores temperaturas, mostra balanço do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Conforme o balanço, o calor extremo em grande parte do País e eventos de ondas de calor foram reflexo dos impactos do fenômeno El Niño, que tende a favorecer o aumento da temperatura em várias regiões do planeta. 

As temperaturas máximas e mínimas ficaram acima da média principalmente nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e parte do Nordeste, com maiores desvios de temperatura máxima variando entre 2°C e 4ºC acima da média.

Durante a estação, foram observadas cinco ondas de calor, porém, a mais ampla e persistente ocorreu entre os dias 8 e 19 de novembro. Como resultado, diversas cidades registraram temperaturas máximas acima de 40°C, especialmente em Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Mato Grosso.

Além disso, segundo o Inmet, na região Centro-Oeste, a chuva ficou abaixo da média, pois houve atraso no início do período chuvoso. V

Vale destacar que a primavera de 2023 foi considerada a segunda mais seca da Região Centro-Oeste, ficando apenas atrás do ano de 2020. 

Brasil 

Na primavera de 2023, o maior volume de chuva foi registrado na Região Sul, divisa de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, além de áreas pontuais do oeste da região amazônica, com volumes superiores a 500 milímetros (mm). 

Já os menores volumes foram observados nas regiões Norte e Nordeste. No interior da Região Nordeste e nos estados do Amapá, Rondônia e centro-norte do Pará, os volumes de chuva foram inferiores a 250 mm, considerados abaixo da média histórica.

Em Conceição do Araguaia (PA) e Caravelas (BA), onde costuma chover entre 450 mm e 550 mm na primavera, foram registrados acumulados de 131 mm e 94 mm, respectivamente, nas estações meteorológicas do Inmet.

A falta de chuva deixou os principais rios da região amazônica, como o Negro e Solimões, com volumes abaixo da média, trazendo prejuízos à navegação. 

Tais impactos estão relacionados à combinação de fatores, como o fenômeno El Niño e o aquecimento do Oceano Atlântico Norte. 

Os maiores volumes de chuva foram observados no sul do Pará e do Amazonas, mas não foram suficientes para atingir a média histórica, apresentando desvios de 200 mm a 300 mm abaixo da climatologia.

*Com assessoria.

AFOGAMENTO

Bombeiros localizam corpo de adolescente de 15 anos no Rio Paraguai

Erick José da Silva Moraes de Arruda havia desaparecido na tarde de sexta-feira (6)

07/11/2026 12h00

Bombeiros realizaram buscas na sexta-feira e na manhã deste sábado

Bombeiros realizaram buscas na sexta-feira e na manhã deste sábado Reprodução / Diário Corumbaense

Continue Lendo...

Cidades

TJMS obriga prefeitura pagar transporte aéreo de bebê para tratamento pós-cirúrgico

Município teria negado custeio de transporte de avião, mesmo com recomendação médica em razão do tempo de vida da bebê, de 11 meses, e risco de complicações após cirurgia

07/11/2026 11h30

MPE garante transporte aéreo para bebê de 11 meses

MPE garante transporte aéreo para bebê de 11 meses Banco de Imagem

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).