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VISUAL

Aplique efeito de madeira com tinta nas paredes; veja passo a passo

Aplique efeito de madeira com tinta nas paredes; veja passo a passo

TERRA

03/05/2013 - 00h00
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Além de deixar o ambiente aconchegante, piso, mobílias e objetos de madeira dão elegância e requinte à decoração. Para quem quer o efeito do material em casa de um jeito simples e ecológico, uma opção são as tintas que dão um efeito semelhante ao da madeira e podem ser aplicadas diretamente pelo consumidor. Confira a seguir um passo a passo.

Você vai precisar de:
Massa corrida
Desempenadeira
Espátula de aço
Tinta fosca branca
Rolo de lã
Pincel largo
Tinta Suvinil Texturatto Especial
Ferramenta específica para deixar a textura com efeito madeira
Lixa

Modo de fazer
1. Aplique na parede duas a três demãos de massa corrida, usando uma desempenadeira e uma espátula de aço.

2. Com um rolo de lã ou pincel, aplique duas ou três demãos de tinta fosca branca, respeitando o intervalo de secagem.

3. Com a parede pronta, divida a parede em planos de 1 m de largura e, usando uma trincha (pincel) larga, aplique uma tinta específica que dá o efeito de madeira à parede. Vale lembrar que a tinta deve de 15% a 20% de diluição.

4. Com a tinta ainda úmida, repasse rapidamente o pincel em movimentos verticais de cima para baixo, formando pequenos veios. Em seguida, deixe secar por 6 horas.

5. Quando estiver seca, aplique uma segunda demão e use uma ferramenta específica que deixa a textura com efeito madeira.

6. Por fim, assim que estiver seco, lixe a superfície e retire o excesso deixado na aplicação. A parede está pronta!

Investigação

Nome de médico é usado em receitas falsas para compra de substâncias ligadas à produção de drogas

O médico teve o nome e dados pessoais utilizados em receita para manipulação de medicamento associado à drogas alucinógenas

01/04/2026 16h00

Divulgação

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Um médico de Campo Grande procurou a Polícia Civil após descobrir que teve o nome usado em receitas falsas para obtenção de medicamentos controlados.

A denúncia partiu do pneumologista Henrique Ferreira Brito, que relatou às autoridades que terceiros utilizaram seu nome, número de registro médico, assinatura e timbre da clínica onde atua para emitir um receituário fraudulento. 

Ele foi alertado por uma mulher que afirmou que o amigo de seu filho havia jogado o frasco no lixo de sua casa. Ela encontrou o vidro com os dados no frasco adulterados, somente com o paciente identificado como “Sra. Maria”. 

A solução foi preparada pela empresa Pharmacêutica PH e continha Fosfato de Codeína 10mg/ml e solução de Cloridrato de Prometazina 6,25 mg. O resultado da combinação é um xarope utilizado para o alívio temporário de tosse seca e sintomas de alergias e resfriados. 

No entanto, o medicamento também continha 7% de álcool líquido. A combinação dos três fatores está associada ao abuso de substâncias, conhecido como “Purple Drank”, que pode reduzir a frequência respiratória a níveis perigosos, causando parada respiratória e morte. 

A mulher entrou em contato com o pneumologista para saber quem era a paciente em questão e a proximidade dela com seu filho. Foi aí que a clínica notou algo errado e averiguou que a paciente em questão nunca fez consulta na clínica, tão pouco a fórmula havia sido receitada pelo médico. 

Por ser um medicamento controlado, a farmácia foi intimada a fornecer a receita retida para liberação do remédio.

Assim, Henrique constatou que o documento, embora trouxesse dados reais pessoais, não seguia o padrão utilizado por ele e apresentava inconsistências, indicando que havia sido produzido por outra pessoa, com o objetivo de simular autenticidade. 

Ao formalizar o boletim de ocorrência, o médico afirmou que desconhece completamente da receita e da assinatura nela contida, alegando ser vítima de falsificação de documento e falsidade ideológica.

Ele também destacou preocupação com o uso indevido de seus dados profissionais, que pode comprometer sua reputação como médico e facilitar práticas ilegais. 

Com a abertura do inquérito, a Polícia Civil passou a investigar a origem do documento e identificar os responsáveis. 

Entre as medidas adotadas estão a solicitação da via original da receita à farmácia de manipulação responsáveis pelo medicamento, além da identificação de quem encomendou e retirou o medicamento. 

Na receita, consta o nome Maria Edelma Santos de Oliveira, bem como um número de telefone que pode ter sido utilizado no esquema. 

Purple Drunk

A “Purple Drank”, também conhecida como Lean, é uma droga recreativa à base de xarope da codeína, muitas vezes misturada com remédios anti-histamínicos, que causa efeitos de euforia e adrenalina. 

Geralmente, ela é feita a partir da junção da codeína e da prometazina com refrigerantes, como o Sprite, e balas de gomas.

A codeína provoca relaxamento, enquanto a prometazina causa um forte efeito sedativo. Quando consumida em excesso, a droga pode causar alucinações, desequilíbrio e convulsões, podendo levar à morte. 

A Purple Drunk tem efeitos similares ao do álcool, mas sem os efeitos típicos de ressaca. Assim, a mistura é popular em festas e encontros sociais, bebido em grande quantidade, o que aumenta os perigos, levando rapidamente à dependência. 

No Brasil, a Codeína é classificada pela Anvisa como entorpecente, sendo a venda ilegal sem receita médica. 

 


 

Tratamento

Defesa pede assistência médica e revogação de prisão preventiva de Bernal

Ex-prefeito de Campo Grande está preso há 9 dias no Presídio Estadual Militar

01/04/2026 15h45

Foto: Montagem / Correio do Estado

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Preso desde o último dia 24 por assassinar o fiscal tributário da Secretaria Estadual de Fazenda, Roberto Carlos Mazzini, de 61 anos, o ex-prefeito de Campo Grande solicitou, por meio de sua defesa, acompanhamento médico, uma vez que é "cardiopata, diabético, hipertenso e alguém que faz uso de medicação controlada". 

As alegações da defesa tem como base o relatório psicossocial realizado pelo ex-lider do Executivo logo após audiência de custódia, feita no dia posterior ao crime. Ao Correio do Estado, um dos advogados de Bernal, Oswaldo Meza disse que além do acompanhamento médico, haverá pedido de revogação da prisão preventiva, que detém Bernal no presídio estadual militar. 

"Ele é cardiopata, tem quatro stents no coração, está com tremor nas pernas, por isso estamos solicitando acompanhamento médico. Além disso vamos entrar com revogação da prisão preventiva", disse Meza. 

Investigações

Em conversa com o Correio do Estado, o delegado Danilo Mansur disse que o depoimento do funcionário da empresa de monitoramento revela que Bernal efetuou o segundo disparo, que teria atravessado a região da costela da vítima, de 5 a 7 segundos depois do primeiro, que atingiu o quadril.

O delegado também disse que, até o momento, a investigação não acredita que Bernal tenha premeditado o crime ou que o ex-prefeito teria agido sob violenta emoção, estado de intensa perturbação afetiva e impulsividade que, caso tenha ocorrido logo após injusta provocação da vítima, pode reduzir a pena do agente, neste caso, Bernal.

Na tarde desta sexta-feira (27), Mansur aproveitou para ouvir novamente o chaveiro. Segundo o delegado, Maurílio confirmou que o primeiro disparo foi flagrado pelas câmeras e manteve a versão inicial de que não viu ou ouviu o segundo tiro. 

Diante disso, caso se confirme que o segundo tiro foi dado entre a saída do chaveiro e o reaparecimento de Bernal nas imagens, há um vácuo de 13 segundos em que o “tiro de misericórdia” pode ter sido efetuado, o que dificultaria ainda mais o argumento da defesa do ex-prefeito de que ele agiu em legítima defesa.

Contudo, o delegado diz que a história contada por Maurílio não pode ser levada tão “ao pé da letra”, já que o chaveiro estava tomado por medo e desespero no momento do assassinato e que só pensava em fugir do local. 

Mesmo sem outro ângulo para confirmar em vídeo o segundo ato do crime, Mansur disse que os próximos passos da investigação devem provar o momento exato do disparo.

Vale destacar que, até o momento, a defesa de Bernal ainda não apresentou à polícia o suposto registro de Colecionador, Atirador e Caçador (CAC) e muito menos o documento da arma calibre 38 que foi usada no assassinato.

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