Para fiscalizar se estava sendo cumprido o passe livre, neste domingo (30), a reportagem do Correio do Estado foi até um ponto de ônibus no centro da cidade, às 10h30, e percorremos os terminais Morenão e Guaicurus para falar com passageiros sobre a locomoção de graça.
Adentramos pela porta da frente do ônibus 85, Julio De Castilho-Morenão, e questionamos o motorista sobre o passe livre, o mesmo informou que era necessário apenas “usar o cartão” no leitor de passe, para passar a catraca gratuitamente.
No terminal de ônibus, procuramos o fiscal da Agetran, que esclareceu sobre o procedimento, que permaneceu o mesmo adotado nos dias comuns, porém quando o passageiro utiliza o passe, o sistema do consórcio não retira o crédito do cartão, apenas contabiliza que o usuário o utilizou no horário autorizado para passe livre.
Fiscal da Agetran que conversaram com a reportagem que a liberação do passe é feito dessa forma porque o consórcio precisa quantificar o número de usuários transportados pelo Consórcio Guaicurus para que depois seja reivindicado o pagamento referente ao período eleitoral.
O funcionário ainda informou que o passe livre só está válido até o fim da tarde deste domingo, terminando o uso gratuito às 18h00.
Na última semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) liberou governos estaduais e prefeituras de todo o Brasil a disponibilizarem transporte coletivo gratuito para garantir aos usuários livre acesso às urnas.
Segundo o autônomo, Erlan Villarroel, 60 anos, o dia de está desenrolando com tranquilidade no transporte público. “O que eles falaram realmente está acontecendo. Eu passei normalmente o cartão e aí eu percebi que ele não modificou assim ele não não foi cobrado”, comentou.
O eleitor comenta que em relação ao primeiro turno a sensação é de que os ônibus estão bem organizados.
Outro usuário que sentiu a mudança foi o lavador de carros Willian Rodrigues, 27 anos. ele contou que primeiro turno ele teve que pagar pelo transporte, que havia sido liberado pouco antes da eleição “Agora não. Correu tudo normal, mas eu passei o cartão como se eu tivesse pagando, e não foi descontado nada”, revela.
Genivalda Santos, 48 anos, autônoma disse que ela e a filha não tiveram nenhum problema com dedução do valor. “ O primeiro embarque foi normal, passei meu vale-transporte na catraca que aí ela liberou. Os outros acessos até chegar no meu destino lá a gente foi entrando pela porta do meio, mas sem problemas”, relatou.



