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Aprenda a alisar os cabelos com secador e uma boa escova redonda

Aprenda a alisar os cabelos com secador e uma boa escova redonda

terra

07/07/2012 - 00h00
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Usar o secador e a escova redonda para alisar os fios pode parecer uma tarefa simples e básica, mas não é. Sobretudo para donas de madeixas bem cacheadas.

Entre os segredos revelados pelo expert Bruno Paiva, hairstylist do Max Maison, em São Paulo, está dividir o cabelo em mechas bem finas, escová-las e secá-las, uma a uma, e muito bem. "Mas há diversos outros truques", afirma.

Confira todos os segredos para aprender a deixar a cabeleira lisa, linda e brilhante usando apenas a escova e o secador.

Passo 1: A modelo Débora Tedeschi de Sá tem o cabelo naturalmente bem cacheado, ideal para uma escova bem trabalhada.

Passo 2: Lave o cabelo com xampu e condicionador.

Passo 3: Seque bem a raiz e os fios, deixando o secador a cerca de 15 cm de distância.

Passo 4: Desembarace os fios com uma escova do tipo raquete.

Passo 5: Com a ajuda do cabo de um pente fino, faça uma risca no meio da cabeça, da testa até a nuca, e divida o cabelo em duas partes. Faça um coque de cada lado e prenda com uma presilha.

Passo 6: Separe uma mecha do coque da lateral esquerda. Seque-a passando uma escova redonda por cima dos fios.

Passo 7: Para dar efeito de movimento, seque a mecha com a escova por baixo dos fios.

Passo 8: Agora, seque a mecha da lateral esquerda.

Passo 9: E seque também a mecha da lateral direita.

Passo 10: Sempre que passar a escova para secar a mecha, solte-a torcendo as pontas.

Passo 11: Repita os passos de 6 a 10 em todas as mechas da lateral esquerda, com exceção da franja, que será secada separadamente. Assim que terminar, coloque os dedos médio e indicador por baixo dos cabelos e enrole os fios até chegar à nuca. Prenda com dois grampos.

Passo 12: Repita os passos de 6 a 10 em todas as mechas da lateral direita. Quando terminar, faça um rolinho (passo 11) e prenda com dois grampos.

Passo 13: Para secar a franja, repita os passos de 6 a 10, ou seja, passe a escova por cima, por baixo, na lateral esquerda e na lateral direita. Assim que terminar, coloque os dedos médio e indicador por cima dos cabelos e enrole a franja. Prenda com dois grampos.

Passo 14: Mude a temperatura do secador para o ar frio e direcione-o para o cabelo até que esfrie completamente. Isso vai ajudar a modelar os fios.

Passo 15: Tire os grampos, solte as mechas e aplique um reparador nas pontas, para dar brilho.

Passo 16: Seguindo essas dicas você conquista o cabelo liso, sem danificar os fios ou precisar usar a chapinha.

Investigação

Nome de médico é usado em receitas falsas para compra de substâncias ligadas à produção de drogas

O médico teve o nome e dados pessoais utilizados em receita para manipulação de medicamento associado à drogas alucinógenas

01/04/2026 16h00

Divulgação

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Um médico de Campo Grande procurou a Polícia Civil após descobrir que teve o nome usado em receitas falsas para obtenção de medicamentos controlados.

A denúncia partiu do pneumologista Henrique Ferreira Brito, que relatou às autoridades que terceiros utilizaram seu nome, número de registro médico, assinatura e timbre da clínica onde atua para emitir um receituário fraudulento. 

Ele foi alertado por uma mulher que afirmou que o amigo de seu filho havia jogado o frasco no lixo de sua casa. Ela encontrou o vidro com os dados no frasco adulterados, somente com o paciente identificado como “Sra. Maria”. 

A solução foi preparada pela empresa Pharmacêutica PH e continha Fosfato de Codeína 10mg/ml e solução de Cloridrato de Prometazina 6,25 mg. O resultado da combinação é um xarope utilizado para o alívio temporário de tosse seca e sintomas de alergias e resfriados. 

No entanto, o medicamento também continha 7% de álcool líquido. A combinação dos três fatores está associada ao abuso de substâncias, conhecido como “Purple Drank”, que pode reduzir a frequência respiratória a níveis perigosos, causando parada respiratória e morte. 

A mulher entrou em contato com o pneumologista para saber quem era a paciente em questão e a proximidade dela com seu filho. Foi aí que a clínica notou algo errado e averiguou que a paciente em questão nunca fez consulta na clínica, tão pouco a fórmula havia sido receitada pelo médico. 

Por ser um medicamento controlado, a farmácia foi intimada a fornecer a receita retida para liberação do remédio.

Assim, Henrique constatou que o documento, embora trouxesse dados reais pessoais, não seguia o padrão utilizado por ele e apresentava inconsistências, indicando que havia sido produzido por outra pessoa, com o objetivo de simular autenticidade. 

Ao formalizar o boletim de ocorrência, o médico afirmou que desconhece completamente da receita e da assinatura nela contida, alegando ser vítima de falsificação de documento e falsidade ideológica.

Ele também destacou preocupação com o uso indevido de seus dados profissionais, que pode comprometer sua reputação como médico e facilitar práticas ilegais. 

Com a abertura do inquérito, a Polícia Civil passou a investigar a origem do documento e identificar os responsáveis. 

Entre as medidas adotadas estão a solicitação da via original da receita à farmácia de manipulação responsáveis pelo medicamento, além da identificação de quem encomendou e retirou o medicamento. 

Na receita, consta o nome Maria Edelma Santos de Oliveira, bem como um número de telefone que pode ter sido utilizado no esquema. 

Purple Drunk

A “Purple Drank”, também conhecida como Lean, é uma droga recreativa à base de xarope da codeína, muitas vezes misturada com remédios anti-histamínicos, que causa efeitos de euforia e adrenalina. 

Geralmente, ela é feita a partir da junção da codeína e da prometazina com refrigerantes, como o Sprite, e balas de gomas.

A codeína provoca relaxamento, enquanto a prometazina causa um forte efeito sedativo. Quando consumida em excesso, a droga pode causar alucinações, desequilíbrio e convulsões, podendo levar à morte. 

A Purple Drunk tem efeitos similares ao do álcool, mas sem os efeitos típicos de ressaca. Assim, a mistura é popular em festas e encontros sociais, bebido em grande quantidade, o que aumenta os perigos, levando rapidamente à dependência. 

No Brasil, a Codeína é classificada pela Anvisa como entorpecente, sendo a venda ilegal sem receita médica. 

 


 

Tratamento

Defesa pede assistência médica e revogação de prisão preventiva de Bernal

Ex-prefeito de Campo Grande está preso há 9 dias no Presídio Estadual Militar

01/04/2026 15h45

Foto: Montagem / Correio do Estado

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Preso desde o último dia 24 por assassinar o fiscal tributário da Secretaria Estadual de Fazenda, Roberto Carlos Mazzini, de 61 anos, o ex-prefeito de Campo Grande solicitou, por meio de sua defesa, acompanhamento médico, uma vez que é "cardiopata, diabético, hipertenso e alguém que faz uso de medicação controlada". 

As alegações da defesa tem como base o relatório psicossocial realizado pelo ex-lider do Executivo logo após audiência de custódia, feita no dia posterior ao crime. Ao Correio do Estado, um dos advogados de Bernal, Oswaldo Meza disse que além do acompanhamento médico, haverá pedido de revogação da prisão preventiva, que detém Bernal no presídio estadual militar. 

"Ele é cardiopata, tem quatro stents no coração, está com tremor nas pernas, por isso estamos solicitando acompanhamento médico. Além disso vamos entrar com revogação da prisão preventiva", disse Meza. 

Investigações

Em conversa com o Correio do Estado, o delegado Danilo Mansur disse que o depoimento do funcionário da empresa de monitoramento revela que Bernal efetuou o segundo disparo, que teria atravessado a região da costela da vítima, de 5 a 7 segundos depois do primeiro, que atingiu o quadril.

O delegado também disse que, até o momento, a investigação não acredita que Bernal tenha premeditado o crime ou que o ex-prefeito teria agido sob violenta emoção, estado de intensa perturbação afetiva e impulsividade que, caso tenha ocorrido logo após injusta provocação da vítima, pode reduzir a pena do agente, neste caso, Bernal.

Na tarde desta sexta-feira (27), Mansur aproveitou para ouvir novamente o chaveiro. Segundo o delegado, Maurílio confirmou que o primeiro disparo foi flagrado pelas câmeras e manteve a versão inicial de que não viu ou ouviu o segundo tiro. 

Diante disso, caso se confirme que o segundo tiro foi dado entre a saída do chaveiro e o reaparecimento de Bernal nas imagens, há um vácuo de 13 segundos em que o “tiro de misericórdia” pode ter sido efetuado, o que dificultaria ainda mais o argumento da defesa do ex-prefeito de que ele agiu em legítima defesa.

Contudo, o delegado diz que a história contada por Maurílio não pode ser levada tão “ao pé da letra”, já que o chaveiro estava tomado por medo e desespero no momento do assassinato e que só pensava em fugir do local. 

Mesmo sem outro ângulo para confirmar em vídeo o segundo ato do crime, Mansur disse que os próximos passos da investigação devem provar o momento exato do disparo.

Vale destacar que, até o momento, a defesa de Bernal ainda não apresentou à polícia o suposto registro de Colecionador, Atirador e Caçador (CAC) e muito menos o documento da arma calibre 38 que foi usada no assassinato.

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