Errar é humano. Diabólico será permanecer no erro mesmo após ser advertido e orientado para deixar esse caminho. Melhor será vigiar seus pensamentos e suas atitudes e conseguir um controle emocional e doutrinário sobre si mesmo e suas opções de vida.
Não é proibido errar. Ninguém, a não ser Deus, é perfeito. Todos têm seus valores e suas imperfeições, suas qualidades e seus defeitos. E é nisso que transparece a beleza dos relacionamentos. Eles enriquecem na medida em que educam para um conviver harmonioso a partir das diferenças de caráter e de temperamento.
Enriquecem também quando, a partir das diferenças de crença e de religião, houver respeito e participação para uma convivência harmoniosa e solidária, sem marginalizar e sem excluir quem quer que seja.
Essa realidade será assumida desde o momento em que o falar e o fazer estejam em sintonia e em coerência. Não é suficiente a palavra dada. Não basta consentir. Será preciso assumir e concretizar através dos fatos e das atitudes.
Triste será conviver com pessoas de posturas diversas. Dizem, prometem, fazem juras de compromisso e, quando for a hora de materializar e concretizar, caem fora. Alegam não ter tido tempo suficiente para pensar, pra refletir e para entender. Acabam não assumindo, deixando a outra parte em situações, muitas vezes, constrangedoras.
Isso pode acontecer nos mais diversos setores da vida de uma comunidade. Pode acontecer nos grupos de trabalho onde se distribuem responsabilidades. Pode acontecer em organizações religiosas onde se confiam tarefas. Pode acontecer na vida familiar e no relacionamento entre marido e mulher.
Um dia houve um juramento de amor e fidelidade. Juramento sonhado e preparado com o maior carinho e a melhor expectativa. Mas o tempo foi desgastando esse relacionamento e esfriando as sensações de convivência harmoniosa. E, em consequência, acontece a separação.
Dizer e fazer! Dizer e depois não fazer! São situações que marcam no dia a dia nossas convivências. São realidades nem sempre agradáveis e nem sempre justas. Acontecem fraquezas e medos em assumir riscos e desafios após ter dado o consentimento em sua opção de vida.
Mas existem vencedores! E são aqueles que, apesar das dificuldades que surgirem em seu caminho, não se arrependem da decisão tomada. Prosseguem em seu caminho sem medo. Lutam e superam as próprias limitações. Desafiam suas próprias capacidades. Acreditam na força da fé.
Essas são pessoas bem sucedidas. São pessoas que conhecem o valor de uma decisão.
Assumem corajosamente. Sabem que, quanto maiores os desafios, maior será a gloria da conquista.
Sabem que quanto mais duras as barreiras que aparecerem no caminho, maior será o prazer de conseguir transpô-las e chegar à glória de uma vitória.
Sabem que no caminho da fé surgirão dúvidas, tentações e inseguranças. Mas sabem que não lhes faltará sabedoria e ciência para bem conduzir seus passos e suas convicções.