Artigos e Opinião

ARTIGO

Ruben Figueiró: ''A importância do voto''

Senador-PSDB

Redação

23/10/2014 - 00h00

Orgulho-me de ser eleitor. Eleitor desde a idade primaveril. Lembro-me de meu primeiro voto, em 1950: Eduardo Gomes, para presidente; Fernando Corrêa da Costa, para governador. Já no paraíso das saudades, lá se faz sessenta e quatro anos! Não sei de quantas eleições participei nesse longo período, sei que votei em todas, inclusive, nas consultas plebiscitárias. 

Nelas votei com a convicção de que cumpria um direito cívico, não porque imposto, coagido pela lei draconiana, da multa e das restrições  que ainda perduram. Dos votos que dei, creio que em um deles errei talvez embevecido pelo ardor da campanha. Caí no logro, como milhões de outros brasileiros. Confiei em Jânio Quadros, nosso conterrâneo – o homem vassoura e com ela, conspurcada, varreu-se da Presidência. Que decepção! 

No próximo dia 26, voltarei à presença da urna. Pela quinquagésima vez não sei; sei sim que meu voto se somará ao de milhões de eleitores, todos convencidos de sua importância para dar um basta aos que usufruíram, usufruem de mensalões, propinodutos, dinheiro na cueca, Rosegates, tráfico de influências, indústria de sindicatos, ONGs de laranjas e, o mais danoso, vergonhoso de todos, o Petrolão, filho adúltero de nossa não tão ingênua Petrobras. 

Nosso voto há de ser um fanal a nos orientar para varrer da administração pública esse processo lento das sonolentas realizações do governo Dilma, em que permeia ainda triunfante a doutrina lulopetista. O lulopetismo, aliás, parece imitar o nefasto Luiz XIV, o ambicioso rei de França, de que o Estado é o PT. Daí, afloram os males que estão fazendo a nervosa timoneira da corrompida nau perder o rumo do equilíbrio e da sensatez. 

Todo pleito eleitoral é importante pelo seu acendrado conteúdo cívico. Percebo que estamos palmilhando sobre pedregulhos, pedras pontiagudas afiadas pela felonia das mentiras permeadas pela calúnia, injúria e difamação partidas dos já possuídos pela agonia da derrota. A grande maioria dos cidadãos move-se pela crença inabalável de que o momento é de renovação de valores. Sobram os recalcitrantes, toldados pelo medo ou pelo apego às benesses do poder. 

Mas o fato é que doze anos de lulopetismo tornaram-se insuportáveis. A incompetência cansou. As podridões transbordaram. O Brasil está parando. O povo perdeu a esperança. É preciso mudar!

Por tudo quanto há de repulsa no eleitor consciente, o voto sadio será Aécio Neves, presidente, e Reinaldo nosso governador! A esperança vencerá o ódio.

Artigo

As 600 oliveiras de Nabatiyé e as eleições brasileiras

Segundo o proprietário, algumas tinham aproximadamente 500 anos, acompanhando gerações, mudanças de governo e sucessivas estações

03/11/2026 07h35

As 600 oliveiras de Nabatiyé e as eleições brasileiras

As 600 oliveiras de Nabatiyé e as eleições brasileiras

Continue Lendo...

Editorial

Segurança pública exige inteligência

O crime organizado não respeita limites estaduais, calendários eleitorais ou diferenças partidárias, por isso, seu enfrentamento não pode ficar limitado a iniciativas isoladas

03/11/2026 07h25

Segurança pública exige inteligência

Segurança pública exige inteligência

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).