“Nunca pensei que fosse acontecer comigo”. Citação que vem sendo corriqueira. Vivencia-se o acontecido com amigos, vizinhos, mas não imagina algo semelhante com você. Ações terroristas estão pelo mundo causando dor e tristeza. E. Pois é! E se atos semelhantes chegassem aqui, o Brasil está preparado para enfrentá-los? Pelas fronteiras estão entrando no país pessoas se dizendo perseguidos políticos. Pode ser. Muitos estão à procura de dias melhores e outros, incógnitos. Quem poderá afirmar, com convicção, que dentre os refugiados não há alguém fazendo parte de célula terrorista ainda mais quando jovens brasileiros se prontificam a treinamento em campo terrorista. O tempo dirá se a facilidade da entrada no país é correta ou não. O governo brasileiro sequer dá conta de preservar vidas de inocentes vítimas de chacinas que acontecem seguidamente no Brasil à moda “Charlie Hebedo”, na França, calcula o enfrentamento com extremistas.
Não se renega a genética de brasileiro, mas não há como tapar o sol com a peneira. A hipocrisia campeia no país. Elegem-se pessoas que prometem nada mudar e se o fizer será para melhor, mas ao assumir o cargo fazem exatamente o contrário. A Senhora Dilma Rousseff, a primeira mulher a abrir a Assembleia das Organizações das Nações Unidas (ONU), deveria ter fugido da gafe. Ao defender diálogo com terroristas melhor seria se calar. Seu governo não tem sequer a capacidade para dialogar com “Playboy”, o traficante mais procurado dos morros do Rio de Janeiro, calcula com facínora da estirpe dos terroristas que decapitam e matam pessoas inocentes, envolvem crianças em ações suicidas, incentiva garoto de dez anos de idade a matar pessoa indefesa. Como dialogar com “al-Qaeda, Estado Islâmico, Boka Haram”? Não fosse ingerência externa à Chancelaria Brasileira este país não teria expedido nota repulsiva contra o ataque à sede do “Charlie Hebedo”.
No episódio Marco Arche Cardoso Moreira, executado na Indonésia por tráfico de drogas, Dilma pediu clemência para o condenado e fez o que deveria ser feito enquanto presidenta. Sente-se injuriada por não ser atendida pelo presidente indonesiano Joko Widodo. Por pouco não envolve no imbróglio o papa Francisco deixando-o em maus lençóis. Costuma-se, neste país, passar a mão na cabeça de bandido seja ele do colarinho branco ou não, e acham que outros países devem seguir mesma regra. Enganam-se. Há que se respeitar a soberania de outras Nações. O italiano Césare Battisti é exemplo típico da frouxidão com bandidos. A imprensa e a Justiça da Itália o consideram assassino frio e calculista, mas está livre e faceiro pelas ruas brasileiras por obra e graça do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.
É recorrente muitos dirigirem em alta velocidade causando morte. O motorista não desejou o resultado, mas assumiu o risco. O dolo eventual se apresenta às avessas a exemplo de indivíduo, na ânsia de fotografar, entra na pista em plena corrida de “Fórmula Um” e causa acidente onde um piloto morre. O fotógrafo assumiu o risco, não o piloto. Marcos, ao levar a droga para a Indonésia, assumiu o risco perante a lei local. Pagou com a vida. Compreende-se a dor de parentes e amigos. Mas para muitas famílias ele não mais infelicitará outros lares e não ficará em penitenciária comandando atrocidades como acontece no Brasil onde marginais o fazem com toda tranquilidade. Este signatário só não faz apologia à pena de morte por não confiar no aparelho policial e nem no Poder Judiciário brasileiro, com honrosa exceção. A população, descrente com a segurança pública, não mais se indigna com a violência. Vive-se em guerra urbana onde a vida das pessoas não vale nada para quem está no poder.