Deveria. Se houvesse nobreza. Os poderes constituídos, independentes e harmônicos estão à bancarrota fruto de incompetência, de subserviência, de administração pública eivada de benesses de todos os matizes, carregada de soberba e de vaidade que sobrepõem a tudo o que é sensato. Nunca dantes houve tanta corrupção envolvendo políticos e pessoas de todo naipe. Integrantes do PT pousavam de arautos da moralidade, de paradigma da lisura, honestidade e credibilidade, mas está vendo a empáfia se desmoronar.
São pífias as ações do Poder Executivo (PT) diante da grandiosidade do Brasil. Quando se coloca em prática alguma medida é para eleger currais eleitorais. A presidente Dilma Rousseff carece de autoridade, utilizando-se de gritos e xingamentos para comandar com palavreado impublicável pensando ser respeitada. Engana-se. O respeito não nasce do grito nem do palavrão, nasce da sabedoria da autoridade em comandar com responsabilidade. É o fundo do poço e não há mola para o retorno. A presidente carrega o carma: o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, arrogante, pretensioso, que se acha dono da Nação exigindo saída de ministros, dando palpite aqui e acolá, chegando ao cúmulo de querer obediência de Dilma. Afinal, quem preside o Brasil Rousseff ou Lula, porque este senhor não tem discernimento agindo de maneira a ofuscar as ações da presidente. E a aposição (existe?) de cabeça baixa tolera as loucuras de Lula, petulante, ao convocar o exército de Stédile (outra figura bizarra) para, talvez, confrontar os manifestantes contrários ao governo Dilma e ao PT. É a degradação sem limites!
Mato Grosso do Sul, em evidência negativa, vê figuras sociais e políticos envolvidos com exploração sexual de menores e corrupção. Nossas fronteiras são manchetes: assassinatos, contrabando, tráfico de drogas. Na Capital o imbróglio do cassa prefeito, e assume o vice, e por força de liminar reassume o prefeito cassado, provoca o inusitado. Agora, a Câmara de Vereadores quer cassar o mandato de Bernal. Que mandato? Afinal, ele já não foi cassado? Vivencia-se ópera-bufa face à decisão judicial e nós, munícipes, os infelizes espectadores, ainda somos apimentados com delírios do prefeito de que buracos “brotando” no asfalto são obras de pessoas para prejudicá-lo. Meu Deus! Não deixem os irmãos portugueses saberem disso. Parece que há inquérito policial. Se for verdade, o disparate privilegia a incompetência, a ignorância se apresenta, o insólito ascende às raias do absurdo e o hilário é a tônica em qualquer reunião. Elegendo a discrição e a imparcialidade como princípio investigação prima por seriedade cabendo à autoridade à lucidez para diferenciar o real do imaginário e indeferir, de plano, pedidos absurdos evitando sobrecarregar a Justiça com procedimentos inócuos.
Não bastasse, estoura o caso do senador Delcídio do Amaral envolvido em falcatruas. Para o “Correio do Estado” nenhuma novidade. A surpresa veio do Senado ao ratificar a prisão e o fizeram porque o voto foi aberto, caso contrário... Os lídimos representantes só se representam nas eleições, depois nos entopem com impostos, etc. Lula ficou possesso com Delcídio. “Que loucura, que idiota! Coisa de imbecil!” Queria dizer de quem não sabe fazer não se meta em fazê-lo? Toda razão ao ex-presidente. Versado no assunto ensinaria Delcídio a pousar de idiota e dizer: Cruz credo! Não sei de nada, não vi nada, não estava lá e a voz não é minha é de “ventríloquo”.
Dilma Rousseff se ufana de ter enfrentado o Regime Militar, presa e torturada, mas valeu por amor ao Brasil. É hora do amor aflorar e renunciar a Presidência da República. O País agradece, além de ficar livre de Lula, a mala filosófica, mentor intelectual de sandice. A nobreza da presidenta pode desencadear renúncias de políticos por esse Brasil afora: Renan Calheiros, Eduardo Costa, Delcídio do Amaral, Jader Barbalho e tantos outros envolvidos em corrupção. Deveria? Sim. Deveriam. Acredita em Papai Noel?