Para que dona Dilma quer continuar na Presidência do Brasil? Ora, se nunca ela cumpriu inteiramente suas promessas e, em muitos casos, nem se mexeu para fingir intenção governamental.
Não é raro o mau uso do dinheiro público pelo governo federal e isso é uma vergonha para o povo brasileiro, pois, entre outras coisas, breca o crescimento da economia brasileira. Isso tudo sem contar a perda de qualidade de vida, da morte e sofrimento físico e moral dos que necessitam dos postos de saúde e hospitais, com crianças e idosos definhando por falta de meios de socorro. Faltam creches e escolas públicas e sobram promessas e reconhecimentos do descalabro, os quais se solidificam no governo.
Quando Dilma não promete ou mente, faz “recomendações” como diz querer: cortar as despesas, sem dizer quais; aumentar a produtividade dos servidores públicos, mesmo sabendo que faltam servidores concursados, que deveriam ocupar cargos hoje em posse de protegidos do PT. E Dilma, em sua falação, diz que quer elevar a eficiência de seu governo, sem dar nenhum rumo. Com isso, a presidente mostra o despreparo ou concreta má vontade em administrar para o bem do povo.
Assim, Dilma mostra a realidade concreta do desgoverno que despreza a verdadeira relevância social e usa a sabujice, com que ela “serve” seus apadrinhados; também é assim falha a “atenção” que dedica para a economia e a política entre os itens específicos que compõem a despesa conhecida como corrente. A verdade é que nem Dilma leva a sério suas promessas, por isso, fez outras que sãos repetições com “novos” nomes. Aqui ou lá fora, a credibilidade de Dilma só despenca.
Demonstra, ademais, ignorar as dificuldades técnicas para proceder as reduções nas despesas, que, se feitas de forma linear, sem critérios claros e endossados por avaliações técnico-políticas, provocam profunda desorganização na execução das ações, com efeitos nefastos para amplas parcelas da sociedade e para o próprio governo que o executa. Então, o desgoverno de Dilma treme porque seu ministro da Fazenda já tem sinalizado claramente sua insatisfação com os desgastes nas contramarchas do governo petista; tudo isso, sem analisar o afastamento do vice-presidente Michel Temer, que polidamente afirmou que não fará campanha pelo impeachment de Dilma, mas prepara-se para assumir a Presidência da República, no caso de afastamento, e o cargo de presidente, com o impeachment.
Muita gente ainda vai estarrecer o povo e as outras nações por causa de figuras de destaque que podem aparecer nesse cenário econômico, político e policial. Esses personagens, alguns presos outros já condenados com os que se juntarem a eles, ao dilapidarem ou permitirem a dilapidação do patrimônio público, a fim de se perpetuarem no poder, sabem que atuaram e atuam de maneira dolosa ou culposa. Têm exata noção de seu comportamento antijurídico e do delito praticado. Conhecem as leis e agem da forma em que mais se evitem os rastros da ladroagem, mesmo quando provas indicam o recebimento de dinheiro mal lavado no caixa do PT e em bolsos particulares.
Ardilosamente, Dilma insiste em dizer que não cometeu apropriação indevida de dinheiro público, ou que não tem dinheiro na Suíça, para fugir do impeachment. Acontece que a Constituição não permite discussão se a pessoa é honesta ou se de má-fé. A Carta Magna não fala de ato de improbidade, mas dita ordem contra atos de probidade de administração.
Portanto, por dolo ou culpa, atos que são contra a probidade da administração podem gerar o processo político de impeachment; tanto quanto o PT fez contra Collor, Fernando Henrique e Itamar Franco. Então quem é golpista? Eu respondo: Dilma é a golpista.
Acredito que a salvação nacional está na renúncia da presidente Dilma pela salvação do Brasil, mas não acreditando nessa grandeza de estadista, resta-nos o impeachment de Dilma para a salvação nacional, sem lenga-lenga. Assim, confiante lhe dou hoje o meu bom-dia, o meu bom-dia para você, cara amiga e amigo patriota.