Façamos isto já, seja qual for a decisão final, no Senado nas próximas eleições municipais. Votemos, em todos os municípios do País, em candidatos de partido que hoje estejam alinhados com o impeachment da Presidente Dilma; confirmando, como parte mais legítima que somos, a justa punição da presidente que traiu seu eleitor e a toda a nação. Caso a cassação do mandato da presidente não ocorra (o que é pouco provável) façamos o mesmo, o castigo, pela parte mais legítima (repito), só terá tardado. Coloquemos no lugar merecido todos os partidos que constituem o atual (e vermelho) Governo Federal em patamar ainda menor que os 10% da opinião pública que, até aqui, lhes é dado.
Nós, eleitores, parte ainda mais legítima que o Congresso, temos a “palavra final. O eleitor venezuelano acaba de nos dar exemplo de “quem tem a força”. Os partidos que estão no governo e seus integrantes, entre outras obras de “amor bandido”, entregaram bens da Petrobras (galinha dos ovos de ouro..., muito ouro) ao “fiel” Evo Morales. Porto, “presente de mãe para filho (Camarada Dilma para Camarada Castro). Metrô aos chavistas, igualmente vermelhos e prepotentes e, como nunca antes na história deste país, se valeu, se eleger e se manter no poder, tesoureiro de campanha; ministro da Casa Civil do Governo Lula; líder do governo no Senado; de empreiteiras caça-níqueis (aos montes); de “doadores toma lá dá cá” (ou vice-versa).
Uma “quadrilha” que chegou ao poder depois de se apresentar como “modelo de ética na política”, já com o plano (bolivariano) na cabeça. Os integrantes do Congresso, sob investigação na Lava Jato, e os que não estão, que se posicionam contra o impeachment (Dep. Dagoberto é um deles) já têm claro que defendem a permanência de quem tem o índice de rejeição mais expressivo de nossa história política e colherão o resultado disso.
Trazer a Copa para cá já fazia parte do plano de “pão e circo” para ocultar o que já se praticava no governo de então (que é o mesmo), mas ... esqueceram de combinar com os alemães. Agora os Jogos Olímpicos, de mesma fundamentação, são tomados para ocultar o desastre (ou terror?) da saúde pública. O fantástico “canteiro de obras” (gigantes) não serviu de tapete para esconder o lixo da falta de hospitais, equipamento, medicamentos e de profissionais. No palco dos Jogos e em todo o país .... esqueceram de combinar com Aedes aegypti, com os acidentes, com o crime comum e não conseguiram esconder o “de colarinho” (A Lava Jato não deixou). Em passado muito recente, antes da Lava Jato, este agrupamento de partidos sob bandeira vermelha, hoje no governo, tentou retirar o poder de investigação do Ministério Público e também de submeter à Polícia Federal ... se tivesse conseguido.... No momento que este é redigido, este governo podre corta cento e trinta e três milhões do orçamento da Polícia Federal, para 2016 (represália?) e vem com esta Medida Provisória que afasta o Tribunal de Contas da União da apreciação prévia de acordos de leniência, só podendo fazê-lo após. Estas ações, típicas de quem se vê “acuado”, terão que passar pelo Congresso (a Medida Provisória pode ser anulada, mas entra em vigor), onde há sabidos “alvos” da Lava Jato. Atenção em quem aprovar “isto” (para não usar um termo mais representativo).
Ao Congresso o “governo vermelho” não recorreu, como de dever constitucional, quando “emprestou dinheiro” para cobrir as “pedaladas fiscais”. Os congressistas que tenham claro que nós, eleitores brasileiros, evoluímos, possivelmente, mais que os argentinos e venezuelanos. Mesmo os que votaram na esquerda, e até na esquerda da esquerda, sabem para o que foram “usados”. E ainda falta a CPMF. Já nas próximas eleições municipais, tomemos o impeachment, definitivo, em nossas mãos.
Para melhor fazê-lo, impõe-se, agora, a mais inteligente, independentemente da reforma política que vem aí (que inclua o parlamentarismo monárquico), uma aliança entre os atuais partidos de oposição e de todos os que se opõem a “isso” (para não usar termo mais representativo) acima exposto. Não uma coligação, como fazem os partidos da situação (caótica), cujo objetivo é manter “nanicos úteis”. Um novo partido que nos “congregue” para recuperar a decência da nação, ao qual ouso propor que se nomine Aliança Democrática Nacional (ADN), um DNA verde e amarelo. Deixando a indicação de candidatos (fichas-limpas, como de lei e da ética) para após seu registro, com afiliação de todos os já afiliados aos já existentes nobres partidos de oposição à “lama” (para não usar termo mais representativo) que aí está (por enquanto).