Fustigar, quando não em ação armada, é a máxima da guerrilha. Com isso promove desgaste, inquietação e prejuízo ao “moral” do efetivo do sistema legal. Este fustigar dá-lhe inclusive o “status” de imbatível, pois é atuar permanente, sem trincheira física. Nada melhor quando esta ação se faz por “encapuzados”, no poder. É o que ocorre, um grupo de guerrilheiros, no qual está incluída a nossa presidente, chegou ao poder no Brasil, legitimado pelo voto, sob a fantasia de “heróis sofridos”, “classe trabalhadora” “defensores dos sem terra e dos sem teto” “modelos de ética na política”.
Companheiros de trincheira, José Genoíno e José Dirceu, condenados no “mensalão”, estando o último também processado na Lava Jato, galgaram altos postos. Há deles no Legislativo, legitimados da mesma forma. Agora, os que votaram neles e os que não, estão como estão. O autor deste, que nunca votou num deles, confessa que também é pecador, votou no Color (barbaridade). Sob lemas como : “diretas já”, “redemocratização”, “o povo no poder” se mantêm no poder, há mais de uma década. O ninho do partido que exerce o governo, a CUT e seu parceiro, o MST, continuam os mesmos. O primeiro, favorecido pelas contribuições dos que trabalham e o segundo ”mamando” nas chamadas “verbas de representação”. Ambos “uniformizados” em vermelho, evidentemente.
O MST, curiosamente, continua sem terra, quando na campanha eleitoral, se sustentava no dito “terra para quem produz”, mas só produziu invasões táticas, para fustigar. Se “acampa”, com grande conforto, no asfalto de grandes cidades, em especial em Brasília e São Paulo e, também estrategicamente, ao lado de rodovias (asfaltadas), nunca longe de “centro dormitório” (também no asfalto). O chefe deste (Stédille), diz ter “tropa” (exército, para Lula) e, recentemente, declarou (redes sociais) que se Lula (o “camarada mor”) for preso (há evidências de que o será) “vamos ocupar as estradas, ruas e praças de Brasília, São Paulo e outras”. Esta declaração é uma “advertência” de que irá obstruir a justiça? Quanta audácia!. Audácia é também própria de guerrilheiro, mas anunciar que irá “obstruir a justiça”, em caso de decisão que contrarie seu arbítrio é mais que isso, é abuso, se já não constitui crime. Com esta declaração ele se diz com poder para impor a “sua” lei e que está suficientemente “protegido” para tanto. Um tal blogcidadania.com.br, diz que “Os delírios de um psicopata investido de um poder discricionário como Sérgio Moro vão custar seu emprego, sua vida”.
É preciso considerar ainda que o impeachment da presidente é hipótese real, dado que a argumentação (Hélio Bicudo, Miguel Reale Junior e Janaina Conceição Paschoal) merece respeito e quem votar contra estará a favor de um governo que tem menos de 10% da opinião pública, na véspera das próximas eleições municipais.
Nós, eleitores brasileiros, amadurecidos e “evoluídos, possivelmente, mais que os argentinos e venezuelanos” (do mesmo autor. Correio do Estado 12/01/2016) estamos “anotando” tudo isso e somos a força fatal para eliminar os guerrilheiros no poder e seus protegidos (ou braço armado?). Se os “recursos” saqueados da Petrobrás; vindos do “toma lá dá cá” entre corruptores e corrompidos, influenciaram no resultado das urnas, nós os que erramos e fomos ingênuos, seremos mais ciosos, mais verde e amarelo e sufocaremos o intimidar (Stédille e blogcidadania), o mentir (taxa de energia elétrica, antes e depois da eleição), o pedalar (empréstimo sem autorização do Congresso) e renovaremos o Brasil.