O Brasil só será maior do que a crise quando a corrupção corporativista, simbiótica inimiga da pátria devolver o que dilapidou do Brasil.
Parcela da sociedade medíocre não tem argumento e discernimento do que se passa em parcela da política brasileira; o toma lá dá cá, fisiologismo da turma dos puxa tapete dos outros, onde impera o egoísmo, a ganância, o ganho fácil, a lavagem de dinheiro gigantesca, as demagogias, os faz de conta, manobras, tudo isso faz retroceder o desenvolvimento do nosso país.
Os milhões de reais da nação, a caminho das instituições, são pulverizados pela corrupção corporativista com uma parte para atender os serviços públicos como saúde, educação e segurança; outra parte gorda é desviada e dissipada como fumaça, no ganho fácil e no pé de meia.
Olhem só os milhões de reais que iriam para a PF para efetuar seus trabalhos afins, inclusive na Operação Lava Jato e que deixaram de ir. Com certeza isso dificultará as investigações e atrapalhará o seu andamento intencionalmente. Como se tudo isso não bastasse, ainda vemos sentimentos primitivos pairarem sobre aqueles que são responsáveis pela elucidação dos fatos.
O país, nesses últimos doze anos, tem regredido por incompetências e más gestões. O seu desenvolvimento tem ido para o ralo com desvios, corrupção simbiótica, balcões de negócio, nepotismo cruzado; diante de tanto ganho fácil e ganância, só sustenta mesmo é essa máquina pesada e inchada, Câmaras e Assembleias também inchadas, excessivo número de ministérios e secretarias inchadas.
Que a justiça de Deus ilumine a justiça terrena para que a ética e a probidade se restabeleçam em nossa pátria. Algumas CPIs poderiam acontecer, por exemplo, no BNDES e nas loterias federais.
A política é a arte de bem gerir o que é público, caso contrário, é politicalha. Chega de engodos, distorções com objetivo de confundir intencionalmente os menos avisados: a solução da economia que aí está sendo apresentada na mídia é apenas uma solução aparente e mirabolante, porque a situação real parece-nos um atraso de 30 anos, os brasileiros conscientes não são ingênuos.
Como se pode criar uma solução imediatista, se a situação econômica estrutural de um país é muito maior do que a solução de pedaladas fiscais? Sem uma política de crescimento de livre iniciativa e não uma estrutura ideológica de esquerda que tira daqueles que trabalham e produzem riquezas para o país, será mesmo que esse tal decálogo de Lenin está mesmo sendo seguido à risca?
Daqui a alguns anos o nosso país enfraquecerá e os benefícios que poderão trazer não será mais como o presente.
Por isso, só com essas exportações de commodities o país não chegará a lugar nenhum. Sem um projeto de nação, para onde foram os 44 bilhões de dólares em empréstimo da China?. Agora, se está jorrando dinheiro para minimizar as pedaladas fiscais, onde está o milagre dos recursos para os governadores? não há lanche de graça, pois a dor vem a galope.
No momento atual, temos visto um número excessivo de greves ideologicamente desestabilizadoras que querem forçar a barra, um mau exemplo que paralisa o país e não acrescenta desenvolvimento nenhum.
Os maus exemplos, tanto de cima quanto para baixo, são nocivos; a incubadora dessa ideologia são, em grande parte, os sindicatos e também no Foro de São Paulo onde acontecem as confabulações dessa ideologia de esquerda.
Não sairemos dessa crise enquanto não se desinchar os Poderes, as Câmaras, as Assembleias e os recursos desviados não forem devolvidos e com o combate à impunidade.
Assim como está não há país que não vá a bancarrota. Os mesmos que criticam a elite e a classe média são apaixonados pelo poder, status, capitalismo para si porque são fisiológicos, quanta incoerência!, com tantas futilidades na mídia, até o silêncio de informar é a peso de ouro.
Quanto ao petrolão e o seu esquema de corrupção, o cenário político brasileiro assemelha-se a um teatro de horrores protagonizado por atores dos três poderes da República e a plateia assiste perplexa a cada novo ato repleto de engodos ardilosos, conchavos imorais e cara de pau sem precedentes. O pior é que essas cenas não têm fim.