Talvez fazer a América grande de novo seja não supervalorizar minorias, respeitá-las sim, mas sem colocar em evidência demais o ponto do discurso do politicamente correto, sufocar a voz das maiorias e o seu papel de traçar o curso das políticas de estado.
Estudando ciências políticas e a economia global, uma das primeiras coisas que aprendi sobre o pêndulo político dos EUA, é que eles escolhem alternadamente ora um político que o mundo todo ama e, no momento seguinte, um outro que o restante odeie.
Isto fez com que apostasse e creditasse a muitos amigos a eleição de Donald J.Trump. Os reflexos para o Brasil em 2018, colocam pessoas no perfil de Jair Bolsonaro e Ronaldo Caiado em posição de destaque, por óbvio que ter o mercado, investidores, lideranças fortes e artistas ao seu lado, é um fator importante!
Mas o que fica claro é que a força das redes sociais na defesa dos direitos individuais, do prevalecimento da vontade da maioria, da extinção do intervencionismo estatal no cotidiano do cidadão e, ainda, o fim do protecionismo excessivo para quem não deseja progredir usando seus méritos, também consistirão em fatores importantes para se vencer uma eleição, mesmo para falastrões de plantão.
Percebo que não só o Brasil, como o mundo todo, cansou do “politicamente correto”. Não cansamos dos políticos, o modelo de não dizer ou simplesmente desdizer a todo momento, foi para o espaço. Não adianta se fazer de bom moço frente aos tradicionais veículos de comunicação: as redes sociais vieram para turbinar a velocidade das comunicações e desconstruir rapidamente informações maquiadas para atingir qualquer tipo de público e é bom se acostumar com essa tendência ao invés de remar contra a maré, pois qualquer estorvo ou galho preso no passado, tende a ficar no meio do rio, na primeira curva que a corrente fizer.
Às vezes a corredeira é tão forte que fica muito difícil alcançar e recuperar o tempo perdido. Espero e rogo para que os estados descolem da União Federal e possam legislar com maior independência; que seja reequilibrado o pacto federativo, dando verdadeiro fôlego financeiro para os estados e municípios que foram sufocados ao longo dos anos na partilha com a união federal e na criação subvertida de tributos travestidos de contribuições de todos os tipos e gostos. Ironicamente, para ter um “Make The World Great Again”, precisamos estar mais “Stronger Together”!