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João Batista Pereira: "E a novela?"

João é advogado

Redação

03/04/2017 - 01h00
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Qual será o epílogo da interminável novela envolvendo o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva? É hora de por fim nesse imbróglio. Ou se concede a Luís Inácio a glória de ser o ator principal desse folhetim onde exibe, sem constrangimento, seus devaneios cotidianos num sonho (Pesadelo?) de ser o mais honesto, digno dos aplausos da sua claque e com chance de ser o primeiro brasileiro a ganhar o Oscar, do cinismo; ou se desmascara esse personagem com vocação artística de bufão e o coloca no ostracismo onde poderá representar seu inconfundível papel de ator canastrão.

Chega de se ouvir da boca de Lula tantas asneiras que, queiram ou não, influenciam em muitas mentes por esse Brasil afora. Alardeia: “Nem Moro, nem Dallagnol, nem PF tem a honestidade que eu tenho.” (sic) Vai ao ridículo a se comparar a Jesus Cristo. Tiradentes? Não está nem aos seus pés. Ele se agigante quando vocifera seus impropérios: “As pessoas precisam ler mais a Bíblia para não usar tanto meu nome em vão.” O delírio ultrapassou os limites. Desejar se igualar a Deus é algo sem precedente, inexplicável e insano. Meu Deus! Não. Não. Não faça mais essa invocação porque Lula poderá estar assoberbado com pensamentos megalomaníacos e sem condições de atender.

O Brasil não pode estar tão carente de homens e mulheres pensantes para aceitar toda essa imaginação fantasiosa. Perante a Comunidade Internacional somos a Nação das bandalheiras, do futebol e do carnaval. Não se vê reação ao palavreado chulo e inoportuno de Lula que “não olha para o próprio rabo” e quer pisar no “rabo” dos outros? A malversação do dinheiro púbico virou bandeira no seu governo e o Partido dos Trabalhadores nadando em dinheiro semelhante ao folclórico Tio Patinhas.  – “Ah! Se Ali Babá, chefe dos quarenta ladrões, soubesse que no século XX haveria de nascer um ser “iluminado” fazendo-se de alienado embora soubesse das falcatruas e íntimo das velhacarias, mas se fazendo de surdo, cego e mudo ignorando a podridão do seu reinado Ali Babá ressuscitaria e, de joelhos, pediria a fórmula mágica de como se livrar de tantas acusações de conivência, corrupção, delapidação do erário público”.

Luís Inácio Lula da Silva com suas sandices e pousando de impoluto não deixa nenhuma dúvida: nada mais surpreende os habitantes deste País, nem mesmo a Operação Carne Fraca. Talvez por trás dos idiotas e inconsequentes palavreados se caracterizem cenas de ataque epilético ao repetir o mesmo chavão até se convencer de que é realmente o mais honesto. A população não pode ficar refém da demagogia e deve reagir dentro da lei e da ordem. Por fim, o “divino” desespero: “Pelo amor de Deus, criem vergonha, não prejudiquem 204 milhões de brasileiros.” “Lula, ex-presidente, ao afirmar que sua eventual condenação prejudicaria todos os brasileiros”. (Revista Época, Edição 979, de 27/03/2017). É mole? Insensatez, pretensão e ousadia estão no cume do Monte Everest e contemplam extasiadas à glória da alucinação. Quem acredita em fantasia compartilha do desvario.

Os leitores desejosos de saber o porquê dessa ânsia de Lula querer ser o mais honesto haverão de perceber que, sub-repticiamente e às avessas, ele considera as outras pessoas desonestas. Sim. Porque não existe o mais nem o menos honesto. Existe o honesto, simplesmente. Luís Inácio se diz democrata, mas, na realidade, parece eivado de intenções ocultas semelhantes às de governantes ditatoriais. O notável e respeitado MM Juiz de Direito da área federal o Dr. Odilon de Oliveira está certíssimo quando diz que no Brasil há uma Justiça para ricos e outra Justiça para pobres. Os integrantes da “OPERAÇÃO LAVA JATO”, diante da pequenez do ator, tem por obrigação dar a esse enfadonho enredo um fim, seja ele qual for.

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