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Gilson Cavalcanti Ricci: "Sete bilhões de almas"

Advogado

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Nasceu no dia 31 de outubro de 2016 o 7° bilionésimo cidadão do mundo. O parto ocorreu na cidade de Kaliningrado, no oeste da Rússia, segundo informou na época a “A Voz da Rússia no Brasil”. O fato merece comemoração, uma vez que o rebento representa a vitória da vida em nosso tão conturbado planeta. Naquele dia memorável, atingimos exatamente 7 bilhões de almas, vivendo num mundo de guerra, terrorismo, fome, violência urbana na voragem do crime, das drogas e do trânsito, que vêm dizimando diariamente milhares de pessoas pelo mundo afora. Não bastassem os cataclismos e calamidades provocados pela natureza, perversos sicários de facções políticas e religiosas agem maldosamente, com velada e declarada intenção de matar pessoas indefesas, as quais são sacrificadas friamente.

Essas facções comemoram festivamente o resultado de seus atentados sanguinários e traiçoeiros contra alvos previamente marcados em lugares públicos, nos quais sacrificam covardemente crianças, anciões e mulheres. Quanto maior o número de vítimas, maior a euforia de seus famigerados adeptos. Em contrapartida, os países atingidos respondem com fragorosos ataques militares, que levam à morte outros tantos de vítimas inocentes, criando-se no mundo uma espiral sanguinolenta, cujo troféu será sempre a morte. Apesar disto, a população mundial não para de crescer. China e Índia chegaram a um número impressionante de habitantes, representando as duas, sozinhas, 38% da população mundial, segundo recentes dados oficiais, muito embora ambos os países venham nas últimas décadas empregando rígido sistema de controle da natalidade, aliado ao fato de adentrarem ao sistema capitalista, que os colocou dentre as maiores economias do mundo

 A mesma situação ocorre no Brasil, onde a população já ultrapassou a cifra de 206 milhões. Portanto, a guerra e o terrorismo não são suficientes para abater o crescimento populacional do planeta, mesmo nas regiões atingidas por calamidades naturais, e atos nefandos perpetrados por mentes doentias de esquerdistas e religiosos em detrimento da paz mundial. A Segunda Guerra Mundial ceifou a vida de mais de 50 milhões de vítimas, entre combatentes e civis, na qual duas arrasadoras bombas atômicas mataram mais de duzentas mil pessoas no Japão, vitimando um número muito maior de sobreviventes com doenças incuráveis, decorrentes do efeito nuclear maligno da bomba. Essa guerra cruenta se tornou a maior de todas as tragédias da humanidade, dando origem em seu término a outros conflitos sanguinolentos alicerçados no ódio entre povos milenares, que fizeram o mundo estremecer de medo, como assistimos estarrecidos nos noticiários da mídia.

A política radical dos ditadores comunistas e clérigos fanáticos, da mesma forma, tem sido o pomo de tragédias sufocadas pela censura estatal. O poder e o ódio vicejam nas mentes doentias de psicopatas assassinos guindados ao  governo pela força. Segundo fontes fidedignas, Joseph Stalin, ditador comunista da ex-União Soviética, matou mais de 6 milhões de pessoas durante quatro décadas de ditadura. Fidel Castro, no poder durante 50 anos em Cuba, assassinou mais de 3 mil opositores do regime comunista, o que levou milhares de refugiados cubanos a erguerem em Miami um grande memorial às vítimas do implacável ditador comunista.     

Na África e na Ásia não é diferente. O predomínio das ditaduras e regimes tribais comunistas e religiosos implantaram ditaduras cruéis, cujas estatísticas são deveras alarmantes. 

Embora tardiamente, saudemos o 7° bilionésimo habitante do Planeta Terra! Que seja ele o prenúncio de entendimento e perdão entre inimigos e traga paz e felicidade a todos os povos do mundo. Mormente ao ordeiro povo brasileiro, que muito necessita de paz e entendimento entre o governo e seus súditos, pois a situação atual nos levará ao caos, caso não se estabilize em curto prazo.

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