No próximo domingo, os brasileiros conhecerão o homem escolhido para administrar o país a partir de 1º de janeiro de 2019, de acordo com a Constituição em vigor, e, em obediência ao que preconiza o sistema democrático de direito, onde compete ao povo a escolha de seus representantes; portanto, a boa ou má escolha é de exclusiva responsabilidade dos eleitores.
Hipoteticamente falando, o presidente ideal deve ser um estadista, cercado de homens e mulheres escolhidos para os ministérios, de acordo com suas capacidades técnicas reconhecidas publicamente, e, desvinculados de grupos ou classes econômicas capazes de influencias em suas administrações.
O próximo presidente, deve ser austero, sem contudo, ser um centralizador, e que saiba delegar poderes aos seus auxiliares, exigindo sempre o resultado de suas missões, evitando dessa maneira, a repetição de um jargão de governo anterior que assim dizia: “ eu não sei de nada”, que ficou conhecido da população esclarecida, e que levou o país para o fundo do poço, com enorme sacrifício à toda a sociedade, mormente, aos mais carentes, duplamente punidos.
O patrimônio mais valioso de um país, é o seu povo, portanto, não se deve esquecer que a Constituição reza que é em nome deste que deve ser governado, para tanto, o que se espera do próximo governante, é que suas promessas de campanha sejam cumpridas, e assim, o elevado nível de desemprego que nos preocupa, possa ser uma das prioridades a ser atacadas com firmeza.
Entretanto, um fator que preocupa sobremaneira a população, é o seu endividamento, cuja origem é sobejamente conhecida, as elevadas taxas de juros e taxas bancárias que massacram a população, empurrando-a drasticamente à inadimplência, e à exclusão, e, como consequência à um alto grau de pobreza, impedindo-a de enxergar uma luz no fim do túnel, em um verdadeiro processo de linchamento moral.
Não resta dúvidas que o sistema bancário se constituirá no calcanhar de Aquiles do próximo presidente, pela força e influência que detêm, e por isso mesmo, exigirá ações e pulso firme para introduzir as necessárias mudanças. Também, a administração dos preços dos combustíveis devem merecer atenção especial, pois, o povo paga pela reconstrução da Petrobras, arrasada pela maldosa e criminosa corrupção que estremeceu toda a sua estrutura. Boa sorte ao novo presidente.